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Comportamento

17 perguntas e respostas sobre o comportamento infantil

Angela Senra Atualizado em 13.01.2012
Listamos algumas situações em que os pais se perguntam como proceder ou como resolver tudo da melhor maneira possível

O que fazer quando seu filho morde o amiguinho, dá tapas em você ou se atira no chão e começa a gritar? A ideia, claro, é sempre optar pelo caminho da boa educação. Para isso, conversamos com alguns especialistas, que sugerem maneiras de como lidar com o pequeno –seja um bebê, seja uma criança pequenina – diante desses comportamentos

Decifrar o comportamento infantil não é tarefa fácil para os pais. A busca por respostas costuma esbarrar na maneira como eles criam os filhos, na quantidade de “nãos” que conseguem dizer a eles, nos limites que são capazes de impor.

Muitas vezes, os adultos intuem como devem agir, mas o medo de frustrar as crianças acaba resultando em resignação. “Elas são assim mesmo”, dizem. Realmente, crianças têm atitudes-padrão em cada fase da vida, mas isso não significa que os adultos tenham de acatar ordens e aceitar todos os ataques como naturais no processo de desenvolvimento. Para ajudar os pais a agir nesses momentos difíceis, procuramos especialistas em educação e comportamento infantil, que sugerem alguns caminhos.

Até os 2 anos de idade

1. Meu filho tem a mania de morder as pessoas. Como mostrar a ele que isso é errado?

“É até esperado pelos profissionais que lidam com crianças que elas façam isso até os 3 ou 4 anos de idade, mas os adultos não podem permitir que mordam, porque machuca, é errado”, explica Silvia Amaral, pedagoga, psicopedagoga, coordenadora da Elipse Clínica Multidisciplinar e conselheira da Associação Brasileira de Psicopedagogia.

No momento em que seu filho morder um coleguinha ou qualquer outra pessoa, Silvia aconselha a boa e velha conversa olhos nos olhos. “Fique na mesma altura que a criança e fale firmemente que isso não pode nem deve mais acontecer porque machuca e dói. Os pais têm de deixar claro que não aprovam o comportamento porque, mesmo elas não tendo noções claras de certo e errado, não podem fazer tudo que querem”, diz ela.

Isso não significa que o comportamento não vá se repetir, mas todas as vezes em que isso ocorrer é necessário deixar clara sua posição. “Agora, se acontecer com frequência, toda semana, por exemplo, significa que a agressão está se tornando um hábito e é preciso buscar a ajuda de um profissional.”

2. O que faço para meu filho parar de chorar?

Para Vera Iaconelli, psicóloga e coordenadora do Instituto Gerar – Escola de Pais, antes dos 2 anos de idade, o choro nunca é de manha. “Nessa fase, a criança não tem recursos para isso, portanto o choro constante indica algum tipo de desconforto, físico ou emocional, que precisa ser investigado pelo médico. Como não sabe falar, o bebê usa o choro para demonstrar seu sofrimento.” A partir dos 2 anos, porém, a criança já percebe como pode manipular os pais e usa o choro para tentar conseguir o que deseja. “Eu acredito que uma das formas de ajudá-la a aprender a lidar com as frustrações seja não atendendo a seus desejos quando eles vêm junto com o choro de birra.”

3. Preferir a companhia do pai/mãe ou de outra pessoa em determinado momento significa que meu filho não gosta de mim?

Faz parte da natureza humana preferir a companhia de uma ou outra pessoa, e o ser humano aprende a demonstrar isso logo cedo. Os pais devem se preparar, pois os filhos sempre buscam a companhia de um ou outro por razões que nem sempre ficam claras. Se é para jogar bola, o menino geralmente chamará o pai, mesmo que a mãe adore futebol. Para ir ao cinema, pode preferir ir com a mãe ou a avó. Quando nenê, às vezes adora o colo de uma tia, embora nessa fase o mais comum seja desejar ficar com a mãe. “Os pais precisam ter maturidade para aceitar essa frustração, pois frequentemente os filhos vão querer estar longe deles, em especial quando crescerem. É difícil, mas eles sabem que criam os filhos para o mundo e um dia serão preteridos”, afirma Vera Iaconelli.

4. Como devo agir diante de um ataque de fúria do meu filho em locais públicos ou se ele chuta quando não é atendido?

A sugestão da psicopedagoga Silvia Amaral é você tentar impedir abraçando a criança por trás na tentativa de contê-la e mostrar sua contrariedade. Atenção: nunca dizer que você está contra ela, mas que o comportamento dela é errado, que você não aprova a maneira de ela agir. “Se não der resultado e ela não estiver correndo perigo, se batendo, por exemplo, sugiro que os pais se afastem. É melhor do que ficar perto, morrendo de vergonha do que as pessoas estão pensando de você como mãe e acabar cedendo. Ao perceber que os espectadores que importam não estão presentes, ela vai parar. Outra saída é pegá-la no colo e levar para o carro, gritando mesmo. Quando ela se acalmar, converse com ela, mas jamais volte para fazer a vontade dela.”

5. Devo intervir quando o caçula bate no irmão mais velho?

Sim, pois a agressão física não deve ser tolerada. É importante para a criança aprender a expressar a raiva ou o ciúme usando as palavras. Para a psicóloga, é importante que os sentimentos sejam transformados em palavras, e não em tapas. No caso de um bebê menor de 2 anos, os pais devem segurar sua mão e dizer que não pode bater, mostrar que o irmão está triste, que machuca. “Em vez de dizer à criança que ela ‘tem de’ gostar do irmão, o correto é sentar e tentar entender o que está acontecendo e explicar que você também sente ciúme, que é normal, mas que nem por isso sai estapeando os outros”, diz Vera. Aliás, este é um ponto importante: o do exemplo. Se você vive se gabando de ter descido a mão na engraçadinha que deu em cima do seu marido quando vocês ainda eram noivos, por exemplo, acha mesmo que pode dizer aos seus filhos para não usarem a força?

6. Meu filho adora dar tapas na cara e puxar o cabelo das pessoas. O que devo dizer a ele nessas horas?

Os pais costumam achar graça, mas as especialistas são unânimes: não permita que isso aconteça com você nem com ninguém. “Segure a mão do bebê, não ria, mostre com cara feia que você fica triste quando isso acontece, pois é observando a reação alheia que ele aprende a interpretar os sentimentos e a se colocar no lugar do outro. Fale sempre do seu sentimento. Nunca diga que a criança é má ou feia. E não caia na armadilha de revidar com palmada. Se fizer isso, estará reforçando o aprendizado da agressividade física, um mau exemplo”, diz a psicopedagoga Silvia Amaral.

7. Quando é contrariado, meu filho começa a gritar. Como posso mostrar que isso é errado?

Como você costuma reagir ao ser contrariada? Se leva uma fechada no trânsito, reage aos berros? Se você não consegue se controlar, a criança pode estar apenas repetindo o que vê. Pense nisso. Aceitar as frustrações é uma dificuldade grande hoje em dia para pais e filhos. Quantas vezes você não se frustra por não ganhar mais ou não ser reconhecida no trabalho como deveria? Aprender a lidar com os nãos da vida é fundamental para crescer. “Com uma criança maior, você pode fingir que não conhece e deixá-la gritando sozinha. Se for embora mesmo, vai ver que nunca mais ela vai repetir o papelão”, afirma Maria Irene Maluf, pedagoga especialista em educação especial e em psicopedagogia. No caso das pequenas, a saída é tentar acalmá-las. “Abrace a criança por trás, vá pedindo calma e faça sons como ‘shhh’ no ouvido dela. Aos poucos, os pais vão descobrindo o que funciona. O que não podem de jeito nenhum é aceitar o jogo”, fala Silvia.

8. Meu filho de 1 ano e 2 meses, quando irritado, bate a cabeça no chão ou na parede. Como devo agir?

Se a criança estiver correndo o risco de se machucar, é preciso segurá-la e interromper o ataque, abraçando por trás. Vale tentar a técnica de fazer o som de ‘shhh’ no ouvido e pedir calma. Se nada disso resolver e ela continuar a fazer escândalo, é preciso procurar o médico. “A autoagressão não é um comportamento aceitável e pode indicar sérios transtornos mentais, como a bipolaridade. É grave e precisa da avaliação de um psiquiatra. Há casos em que elas precisam dormir de capacete para não se ferir durante o sono”, explica a pedagoga Maria Irene Maluf.

9. Meu bebê de 1 ano e 2 meses vive fazendo pirraça. Devo mostrar a ele o que pode ou não? Ele já entende o conceito de certo e errado?

Ele ainda não distingue o certo e o errado, mas nessa idade já começa a perceber incoerências. “Quantas vezes as crianças nessa fase testam os pais? Ao fazerem algo, elas olham para eles, ouvem o não, fazem de novo até que o pai ou a mãe tome uma atitude para impedir o ato. E elas repetem isso muitas vezes, demonstrando ter certa noção do que é importante”, diz Silvia.

Maiores de 2 anos

10. Minha filha vive dando escândalos em locais públicos, como o shopping. Como devo repreendê-la?

Para Maria Irene Maluf, as crianças com esse tipo de comportamento recorrente são criadas sem limites e se sentem carentes de afeto e atenção. “Por não se sentirem amadas, elas tentam cada vez mais a chamar a atenção dos pais.” Isso não quer dizer que os pais não as amem, apenas que não estão sabendo demonstrar isso. Outra razão é que muitos pais também não conseguem entender o papel da frustração e temem não ser amados se não fizerem tudo pelos filhos. “Acabam criando pessoas que não se satisfazem com nada”, afirma Maria Irene Maluf. Numa situação com essa, a pedagoga aconselha tentar acalmá-la, abaixando-se para conversar na mesma altura que ela. Se não resolver, pegue a criança e leve-a para o carro, para casa, espere que ela se acalme e aí converse.

11. Quando não quer um objeto ou uma comida, meu filho reage jogando o prato ou o brinquedo longe. O que eu faço?

Preste atenção na maneira como você e sua família agem. Ataques de raiva não são privilégio das crianças, aliás, elas aprendem com os adultos. “Tive um paciente que costumava atirar o prato pela janela quando não queria comer. Depois de várias sessões em que os pais negavam que esse tipo de comportamento fosse comum em casa, descobri que o avô costumava agir assim quando estava irritado, jogando o que estivesse à mão pela janela do apartamento”, diz Maria Irene. Portanto, atenção: você está sendo vigiado e seus atos e palavras serão copiados por seus filhos. “A educação é para ser servida como exemplo e cobrada diariamente, minuto a minuto. Não adianta dizer uma vez ‘não faça isso’ e achar que é suficiente. É preciso repreender sempre, com uma voz firme e séria”, diz a pedagoga.

12. Na hora de brincar, meu filho prefere bonecas e roupas de menina aos carrinhos e roupas masculinas. Há algum problema nisso?

Segundo Vera, nenhum problema. “Brincar exercita a fantasia e é a forma de descarregar no mundo imaginário o que não podem fazer na vida real. Todos os meninos acabam brincando de boneca, que nada mais é que o exercício de cuidar, mesmo que o façam com o ursinho de pelúcia.”

13. Meu filho gosta de brincar de matar as pessoas. Por muito tempo, evitei comprar armas de brinquedo, mas ele transforma qualquer objeto em revólver. Devo manter a proibição?

Na opinião de Vera, as pessoas confundem o mundo da fantasia e a realidade. “Matar na brincadeira, como no videogame, é apenas uma maneira de lidar com a agressividade, podendo destruir de mentirinha. O que não pode é sair por aí batendo nos outros”, acredita ela.

14. Meu filho é muito tímido, tem vergonha de brincar com outras crianças. Como posso incentivá-lo a interagir com os outros?

Ser introspectivo, mais quieto, com poucos amigos, não é um problema, mas um temperamento, e faz parte da personalidade. “A extroversão também pode ser uma fonte de angústia. Os pais só devem se preocupar se a criança não consegue se relacionar, participar de brincadeiras coletivas ou não gosta de estar com outras pessoas”, explica Vera. Nesse caso, é preciso buscar a ajuda de um profissional. Mas, se é apenas timidez, é bom incentivá-lo a brincar com outras crianças, chamar os coleguinhas para passar a tarde na sua casa, deixar que ele faça seu pedido no restaurante, pequenos gestos que podem ajudá-lo a se comunicar melhor.

15. Às vezes, faço chantagem para convencer meu filho a tomar banho ou trocar de roupa. Estou agindo corretamente?

Tomar banho, escovar os dentes, sentar-se à mesa para comer e tomar vacina, segundo Vera, são obrigatórios. “Mas, por volta dos 2 anos de idade, por exemplo, a criança começa a reivindicar a posse sobre o próprio corpo, até então cuidado somente pelos outros. Uma sugestão para quando ela não quer tomar banho é fazer o jogo da autonomia, dando ferramentas e negociando: você compra uma esponja bacana, um sabonete especial e deixa que ela se lave sozinha, com sua supervisão. Em troca, uma vez por semana você dá aquele superbanho.” Na hora de se vestir, também é importante deixar a criança escolher. “Só não dá para deixar sair no calor com calça de veludo ou descalça no inverno.”

16. Quando saio com meu filho, ele sempre me pede para comprar algo (um brinquedo, por exemplo). Se não compro, ele faz um escândalo. Como devo agir?

Segundo Maria Irene, aos 2 anos de idade, a criança acredita que tudo é dela. Aí os pais a levam para um lugar encantador, como uma loja de brinquedos. Coloque-se no lugar do pequeno e imagine-se num lugar com tudo que você mais gosta sem poder levar quase nada. Para evitar a cena, ela recomenda conversar com o pequeno antes de sair de casa e definir se vai haver novas aquisições. Outra estratégia é: “O brinquedo custa o mesmo que a festa que eu daria no seu aniversário, o que você prefere? Você também pode sugerir que ela escolha vários e deixe para você decidir, fazendo uma surpresa depois”, diz Maria Irene Maluf.

Vera diz que, a partir dos 2 anos de idade, a criança já está ligada no que pode ou não comprar. “Fica difícil para ela aceitar porque para os pais também é muito complicado não poder consumir o quanto gostariam. E o pior é que muitas vezes, feridos no próprio orgulho e sentindo-se culpados por não estarem mais presentes, acabam cedendo e se atolando em dívidas.”

17. Quando saio para jantar fora, meu filho não para quieto na mesa. Fica correndo pelo restaurante e incomoda a todos. Devo repreendê-lo?

Sem dúvida nenhuma. “Quer coisa mais desagradável do que crianças gritando e correndo em volta da mesa de pessoas desconhecidas? E há pais que simplesmente não se mexem, acham que o mundo todo tem de tolerar a bagunça de seus filhos”, diz Silvia Amaral. Claro que não é preciso fazer um drama se eles derramarem a bebida na mesa, mas é preciso que saibam respeitar limites e isso se aprende em casa, todos os dias. “Os pais só devem levar os filhos a restaurantes se eles tiverem noções de conveniência”, acredita Silvia.

É muito importante também observar se o restaurante é indicado para crianças. “Um lugar com pouca luz, onde os casais vão para namorar, definitivamente não foi pensado para receber a molecada. O mais apropriado são restaurantes descontraídos, mas a simplicidade não é desculpa para deixar os pequenos se pendurarem nos lustres e se esconderem debaixo das mesas dos outros.”

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Calculando o valor de sua hora extra

Da redação
Em São Paulo


A hora extra é o tempo de trabalho que o funcionário realiza além de sua jornada diária -- estabelecida pela legislação ou pelo contrato de trabalho. Você sabe calcular o valor de cada hora que trabalha a mais?

Para saber quanto vale sua hora extra é preciso conhecer o valor da sua hora trabalhada, ou seja, qual é seu salário-hora.

Se você foi contratado para trabalhar 44 horas, por exemplo, divida essas horas por seis (referentes aos dias de trabalho da semana, pela legislação brasileira). Esse número deve ser multiplicado por 30. A base mensal em horas é de 220. No caso de jornadas de 40 horas, a base será de 200 horas. Para saber quanto você ganha por hora, divida seu salário mensal pelas horas trabalhadas. O resultado é o salário-hora.

Todo empregado que trabalha em jornada ampliada tem direito a perceber um adicional de no mínimo 50% sobre o valor da hora normal, caso o trabalho seja feito em dias da semana (de segunda a sábado), e de 100%, se a hora extra for aos domingos e aos feriados.

Esse acréscimo de 50% ou de 100% deve ser somado ao seu salário-hora. O resultado dessa conta é o valor de uma hora extra.

Se você multiplicar o valor de uma hora extra pelo número de horas trabalhadas a mais, terá o total em dinheiro que você deverá receber pelas suas horas extras.

Limite
No Brasil, a prestação de trabalho não pode exceder duas horas por dia. Ultrapassar esse limite só é permitido quando o empregador está sujeito a “situação de força maior, serviço inadiável ou prejuízos iminentes”, segundo informações do Ministério do Trabalho.

As informações são do Ministério do Trabalho

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Saiba se você é vítima de assédio moral

Se o seu chefe te submete a situações vexatórias, exige missões impossíveis ou alfineta sua auto-estima com trabalhos inexpressivos, você pode estar sendo vítima de assédio moral.

Assim como o sexual, o assédio moral é a repetição de atitudes, por parte de quem está acima na hierarquia, que tornam insustentável a permanência do empregado.

Ainda sem regulamentação jurídica, pode ser caracterizado por condutas previstas no artigo 483 da CLT (Consolidação das Leis de Trabalho).

"Tudo que foge às regras sociais ou às práticas definidas no contrato de trabalho pode se configurar como assédio moral", disse a advogada trabalhista Isabella Witt.

Para Witt, um dos principais motivos do assédio é o fato de o empregador desejar o desligamento do funcionário, mas não querer demiti-lo, em função das despesas trabalhistas decorrentes. "Cria-se, então, uma situação insustentável em que o empregado é levado a pedir demissão".

De acordo com a advogada, o empregador pode tomar atitudes que prejudicam psicologicamente, o funcionário. "É o caso do chefe que exige o cumprimento de metas inatingíveis ou, no extremo oposto, dá menos trabalho ao funcionário, afetando sua auto-estima", afirma Witt.

A advogada conta que há casos em que o chefe prejudica deliberadamente um funcionário de quem não gosta, negando, por exemplo, folgas em emendas de feriado quando outros empregados são dispensados. "Em linhas gerais, quando um funcionário é submetido a um tratamento pior ao oferecido aos outros, quando é posto de lado, pode estar sofrendo o assédio moral", disse Witt.
A vendedora Margarete tomou anti-depressivos para suportar humilhações
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Vexame

"Recebi um cliente que foi obrigado por seu chefe a subir em uma mesa e dançar na frente de todos os seus colegas de trabalho. O chefe tinha determinado metas de venda e disse que quem não conseguisse cumpri-las teria que fazer os outros rirem".

Segundo a advogada, grande parte dos trabalhadores nem sabe que existe a possibilidade de processar seus chefes e empregadores em virtude de humilhações no trabalho. "Há também quem, por conta do desemprego, prefere submeter-se ao assédio moral a reclamar seus direitos na Justiça".

Mascaro lembra também que os empregados que sofrem assédio moral se sentem desconfortáveis ou mesmo inseguros ao narrar as atitudes do superior hierárquico. "Mesmo diante de advogados, as pessoas têm vergonha de contar o que passam no trabalho. Elas também se sentem inseguras quanto aos fatos que julgam ser assédio".

Fonte: Uol

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Reflexão: "Vídeo"

Que tipo de influência você está tendo?








Assista o vídeo!


Que tipo de influência você está tendo? from Joyce Meyer on Vimeo.

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Mais que uma Resposta Rápida

Não Te escondas de mim quando estou aflito. Ouve-me quando eu Te chamar e responde depressa. Salmo 102:2, NTLH.

O sol brilhava atrás de mim enquanto eu dirigia naquela linda manhã de 6 de julho. Estava a caminho da casa de minha irmã mais velha, que mora sozinha. Ela estava adoentada e eu prometera passar com ela aquele dia. De repente, com um movimento brusco, meu carro foi da esquerda para a direita. Fiquei repetindo: “Senhor, socorre-me!” enquanto procurava endireitá-lo, quando ele deu uma guinada violenta para a direita. “Senhor, salva-me!” gritei aflita. O carro atingiu a grade de proteção, passou por cima dela e o motor parou. Tentei abrir a porta do passageiro, mas ela não se movia. Fui para o assento do motorista, baixei o vidro da janela e saí passando por cima da cerca de segurança. Um homem chegou primeiro. “Por favor, leve-me ao hospital”, supliquei. Em seguida, dois homens se juntaram a ele. Disseram que chamariam uma ambulância.

Logo depois apareceu uma mulher, acenando com a mão. “Deixem que eu cuido dela”, disse para eles. “Venha”, disse ela, conduzindo-me ao seu carro. “Não posso deixar que fique sangrando enquanto espera a ambulância.” Depois de entrarmos, ela dobrou uma toalha limpa sobre minha testa. “Por acaso tenho isto”, disse ela. “Espero que ajude a estancar o sangramento.”

A equipe da emergência assumiu o atendimento, mas meu anjo permaneceu ali. Somente depois que um soldado da força pública estadual chegou foi que ela começou a se afastar. Mais uma vez lhe agradeci profusamente, repetindo que ela era meu anjo enviado pelo Céu e lhe pedi que escrevesse o seu nome num pedaço de papel.

“Julie Johnston”, escreveu ela. Embaixo do nome, anotou o número do seu telefone. “Ligue para mim quando se sentir melhor”, disse ela. Ao telefone, no dia seguinte, Julie perguntou: “Sabia que foi só uma arvorezinha que a impediu de despencar pelo precipício?” Claro que eu não sabia. Mais tarde, telefonei para a agência do caminhão-guincho a fim de perguntar quanto eu devia. O funcionário disse que tiveram de usar dois guinchos para remover meu carro. Foi “perda total – sem conserto”.


Meu coração transbordou de louvor a Deus por Seu livramento e por toda a bondade humana que recebi naquele dia. Escrevi uma carta ao editor do jornal local, aplaudindo as pessoas excepcionalmente atenciosas de nossa região, mencionando o nome de todos os anjos que me haviam dispensado ternos cuidados, concluindo com o verso: “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que O temem, e os livra” (Salmo 34:7).



Consuelo Roda Jackson

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Novo ano, novos sonho e uma nova mulher!


Projetarás tu algum negócio, e ser-te-á firme, e a luz brilhará em teus caminhos." Jó 22:28




Tenho certeza de que muitos de nós não realizamos tudo o que planejamos para 2009. Acabou o tempo dado a nós mesmos para por em prática o que projetamos para este ano que termina. Nem metade do que queríamos foi feito, ou talvez nada. As coisas estão hoje do mesmo jeito ou piores que antes, mas não encontramos em nenhum momento a disposição para tomar a atitude necessária para fazer o que queríamos. Deixamos o tempo passar (e passa muito depressa) e ainda estamos aqui com os mesmos projetos e os novos também, que provavelmente irão se juntar num amontoado de sonhos sem perspecivas de realização, pois estamos cansados, desmotivados e sem forças.


Pois bem, amadas, quero me juntar a vocês agora, porque eu também deixei alguma coisa por fazer por pura falta de iniciativa minha. Sei que se eu tivesse me revestido da armadura de Deus e tomado posse da força, coragem e sabedoria que Ele nos dá quando queremos realizar nossos projetos, eu não teria deixado nada para 2010. Fui covarde, temi, recuei diante de osbtáculos pequeninos, insignificantes até, que atravessaram meu caminho quando tive que correr atrás. O primeiro passo tinha que ser meu, mas minhas pernas fraquejaram, não me levaram em direção à luta pela vitória. Tudo dependia de mim, mas eu não lutei, embora soubesse que Deus estava alí de prontidão para ir comigo à batalha.


Aprendi que de tudo se tira uma lição e amadurecemos com os nossos erros, e agora que estou ciente da lição que recebi, quero ao menos tentar cumprir minhas metas. A simples iniciativa de tentar já me dará um novo ânimo, tenho certeza, e não terei vergonha de mim mesma depois. Não vou me entristecer se não conseguir, porque direi a mim: fiz o que pude. Triste mesmo será se eu me acovardar e não tentar novamente.


Desejo a vocês um 2010 de muitas tentativas, porque as vitórias serão a consequência. Que o Senhor Deus abençoe todos os seus projetos e que sejam muito felizes, em nome de Jesus. Amém!

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O que realmente é importante para você?


Recentemente soube que uma grande amiga que não vejo há anos decidiu que o melhor para a sua vida seria desfazer seu casamento de quase 20 anos, ir embora para bem longe e buscar por ela própria a felicidade de que tanto falam por aí. Aqueles anos todos de privações e de dificuldades financeiras a fizeram entender que seu esposo, um homem de Deus, íntegro, fiel, carinhoso, muito trabalhador e apaixonado por ela e pelos 3 filhos, jamais poderia lhes dar a "boa vida" que sempre desejou. Decidiu que indo embora, aquilo tudo acabaria e como encontrou o apoio e a acolhida de alguns parentes, tudo ficou bem mais fácil. Resultado: um lar desfeito, filhos divididos e infelizes, esposo ferido e frustrado, Deus decepcionado. Impressionante o estrago que faz tal atitude, quando alguém está redondamente enganado quanto ao verdadeiro significado de"felicidade".




No dicionário está assim: FELICIDADE: Estado de quem é feliz, Ventura, Bem-estar, Contentamento, Bom resultado, Ápice da Satisfação interior, Alegria Extrema, Bem-aventurança.





Cristo ensinou nas bem-aventuranças que a felicidade não depende do que possuimos, mas do que somos. Tal felicidade não é importada de fora mas nasce na alma de todos os verdadeiros filhos de Deus. Todas as bem-aventuranças de Cristo são contrárias a opinião comum. O conceito dos homens é que são felizes os ricos, os honrados no mundo; os que passam sua vida aqui alegres; os que comem gulodices e se vestem bem. Mas o Senhor veio corrigir esse erro fundamental; veio para chamar os homens à felicidade que é permanente e verdadeira.





É um grande engano (e muito perigoso também) pensar que podemos enfrentar Deus assim, e que isto não terá uma consequência triste depois. Onde está o temor de Deus? Onde está o respeito por aquilo que o Senhor mais preza neste mundo, que é a família? Acima de todas as coisas está o lar que Ele nos deu, e se as coisas não foram bem financeiramente durante tantos anos assim, certamente que não lutamos da forma correta para consertar a situação. Por acaso Deus negaria a prosperidade a uma família que luta por ela com o esforço de todos, com honestidade e sem avareza? É claro que não. Mas temos também que entender que mesmo conquistando tudo o que desejamos, como quer a minha amiga, jamais poderemos ser felizes tendo uma família desfeita.





Veja o que diz Eclesiastes 2: 4-11



4 "Fiz para mim obras magníficas; edifiquei para mim casas; plantei para mim vinhas.

5 Fiz para mim hortas e jardins, e plantei neles árvores de toda a espécie de fruto.

6 Fiz para mim tanques de águas, para regar com eles o bosque em que reverdeciam as árvores.

7 Adquiri servos e servas, e tive servos nascidos em casa; também tive grandes possessões de gados e ovelhas, mais do que todos os que houve antes de mim em Jerusalém.

8 Amontoei também para mim prata e ouro, e tesouros dos reis e das províncias; provi-me de cantores e cantoras, e das delícias dos filhos dos homens; e de instrumentos de música de toda a espécie.

9 E fui engrandecido, e aumentei mais do que todos os que houve antes de mim em Jerusalém; perseverou também comigo a minha sabedoria.

10 E tudo quanto desejaram os meus olhos não lhes neguei, nem privei o meu coração de alegria alguma; mas o meu coração se alegrou por todo o meu trabalho, e esta foi a minha porção de todo o meu trabalho.

11 E olhei eu para todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também para o trabalho que eu, trabalhando, tinha feito, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito, e que proveito nenhum havia debaixo do sol."









Portanto, amadas, que estas palavras sirvam para reflexão sobre o que realmente tem importância para nós e que a vontade do Senhor é soberana em nossas vidas, não a nossa;







Pv 16:1,2: " As pessoas podem fazer seus planos, porém é o Deus Eterno quem dá a última palavra. Você pode pensar que tudo o que faz é certo, mas o Eterno julga as suas intenções."

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Busque a felicidade onde ela realmente existe

“ Feliz é o homem que não se diverte com o que não tem valor para Deus.” Tradução livre da Sunrise Good News Bible




Me deparei com esta moderna tradução bíblica do versículos 1 e 2 de Salmos 1: "Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, e não se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na Lei do Senhor, e na sua Lei medita de dia e de noite".

Me concentrei na profundidade do que Deus quer dizer para nós, acerca daquilo que é realmente capaz de nos fazer feliz. De nada adianta buscarmos a felicidade nas intermináveis opções de lazer que o mundo nos oferece, nem nas pessoas que estão à nossa volta. Só seremos verdadeiramente felizes, se estivermos andando na direção em que Deus nos aponta, isto é, de acordo com o que Ele próprio nos aconselha do início ao fim de sua Palavra.

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Aprendendo a ser melhor

"Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite." Salmos 1

Algumas amigas me pediram para falar aqui sobre “relacionamento humano” e hoje é o que quero fazer, mesmo porque o Senhor tem colocado esta idéia em meu coração há algum tempo. Esperamos que entendam o que queremos falar ao coração de cada uma de vocês.

Sou servidora pública e convivo diariamente com centenas de pessoas de várias religiões, inclusive evangélicas como eu. Na área do relacionamento humano, Deus tem me provado de muitas formas, porque acredito ser o método que Ele usa para me ensinar acerca do amor, do respeito, da tolerância, da paciência, da caridade, da humildade, da solidariedade, etc, etc... Isto é, o Senhor, com sua inigualável sabedoria, me faz crescer diariamente usando pessoas à minha volta como instrumentos seus. Mas a eficácia deste método de Deus só é possível em mim (e pode ser em você também), porque sou extremamente sensível à sua voz, sou capaz de entender perfeitamente quando o Senhor quer me dizer alguma coisa, com as atitudes ou o comportamento das outras pessoas. Por muitas e muitas vezes cheguei às lágrimas ao ver colegas de trabalho ou até pessoas nas igrejas fazendo maldades aos outros (a mim também já fizeram). Traição, fofoca, difamação, calúnia, vingança e humilhação são o que há de mais comum entre as pessoas que convivem em grande número num local de trabalho ou em comunidades, e qualquer pessoa com um mínimo de sensibilidade cristã sofre horrores vendo tudo isto acontecer à sua volta. O pior de tudo é que todas essas pessoas, assim como grande parte da humanidade, já tiveram acesso aos ensinamentos de Cristo, freqüentam suas igrejas, rezam, oram, pregam, cantam louvores, praticam a caridade, mas não querem aprender de Deus (e muito menos praticar) o seu principal ensinamento: amar ao próximo.


O que quero dizer a você, amada, é que mesmo que seja necessário passar por tudo isto para se aprender a ser melhor, mesmo sofrendo calúnias, humilhações, traições e tudo o mais que possam lhe fazer, mesmo se tentarem te destruir moralmente de alguma forma, use a situação para mostrar a todos o quanto VOCÊ É DE DEUS. Aproveite a situação para mostrar às pessoas o quanto Jesus está presente em sua vida, jamais revide quando alguém lhe ofender, jamais use as mesmas armas que usarem contra você, não alimente rancor ou ódio dentro do coração, porque se fizer isto será igual a todos eles. Libere o perdão, seja qual for a ofensa, tente ser o mais humilde possível com todos em todas as situações, reconheça que você também tem lá suas fraquezas e seus defeitos, jamais seja arrogante com quem quer que seja, porque isto fará mal só a você e ninguém mais. E para terminar, sempre que for preciso dizer algo ou tomar alguma atitude, feche os olhos e faça a você mesma a seguinte pergunta: nesta situação, como agiria Jesus? Em seguida

faça conforme o Espírito Santo lhe responder. Lembre-se: o seu comportamento pode ensinar alguém a ser melhor. Provérbios 10:12 – “O ódio excita contendas; mas o amor cobre todas as transgressões.”


Para nossa meditação temos aqui Salmos 28



1 A ti clamo, ó Senhor; rocha minha, não emudeças para comigo; não suceda que, calando-te a meu respeito, eu me torne semelhante aos que descem à cova.

2 Ouve a voz das minhas súplicas, quando a ti clamo, quando levanto as minhas mãos para o teu santo templo.

3 Não me arrastes juntamente com os ímpios e com os que praticam a iniqüidade, que falam de paz ao seu próximo, mas têm o mal no seu coração.

4 Retribui-lhes segundo as suas obras e segundo a malícia dos seus feitos; dá-lhes conforme o que fizeram as suas mãos; retribui-lhes o que eles merecem.

5 Porquanto eles não atentam para as obras do Senhor, nem para o que as suas mãos têm feito, ele os derrubará e não os reedificará

6 Bendito seja o Senhor, porque ouviu a voz das minhas súplicas.

7 O Senhor é a minha força e o meu escudo; nele confiou o meu coração, e fui socorrido; pelo que o meu coração salta de prazer, e com o meu cântico o louvarei.

8 O Senhor é a força do seu povo; ele é a fortaleza salvadora para o seu ungido.

9 Salva o teu povo, e abençoa a tua herança; apascenta-os e exalta-os para sempre.

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Porque as Mulheres Choram?


Um garotinho perguntou à sua mãe:

- Mamãe, por que você está chorando?

E ela respondeu:

- Porque sou mulher...

- Mas... eu não entendo.


A mãe se inclinou para ele, abraçou-se e disse:

- Meu amor, você jamais irá entender!

Mais tarde o menininho perguntou ao pai:

- Papai, porque mamãe às vezes chora sem motivo?

- Todas as mulheres sempre choram sem motivo...

Era tudo o que o pai era capaz de responder...


O garotinho cresceu e se tornou um homem. E, de vez em quando, fazia a si mesmo a pergunta: "por que será que as mulheres choram, sem ter motivo para isso?"



Certo dia esse homem se ajoelhou e perguntou a Deus:

- Senhor, diga-me... por que as mulheres choram com tanta facilidade?



E Deus lhe disse:

- Quando eu criei a mulher, tinha que fazer algo muito especial.

Fiz seus ombros suficientemente fortes, capazes de suportar o peso do mundo inteiro... porém suficientemente suaves para confortá-lo.

Dei a ela uma imensa força interior para que pudesse suportar as dores da maternidade e também o desprezo que muitas vezes provem de seus próprios filhos!

Dei-lhe a fortaleza que lhe permite continuar sempre a cuidar de sua família, sem se queixar, apesar das enfermidades e do cansaço, até mesmo quando outros entregam os pontos!

Dei-lhe sensibilidade para amar seus filhos, em qualquer circunstância, mesmo quando esses filhos a tenham magoado muito...

Essa sensibilidade lhe permite afugentar qualquer tristeza, choro ou sentimento da criança, e compartilhar as ansiedades, dúvidas e medos da adolescência!

Porém, para que possa suportar tudo isso, meu filho... eu lhe dei as lágrimas, e são exclusivamente, para usá-las quando precisar. Ao derramá-las, a mulher verte em cada lágrima um pouquinho de amor. Essas gotas de amor desvanecem no ar e salvam a humanidade!



O homem respondeu com um profundo suspiro...

- Agora eu compreendo o sentimento de minha mãe, de minha irmã, de minha esposa.

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Mais que uma Resposta Rápida

Não Te escondas de mim quando estou aflito. Ouve-me quando eu Te chamar e responde depressa. Salmo 102:2, NTLH.


O sol brilhava atrás de mim enquanto eu dirigia naquela linda manhã de 6 de julho. Estava a caminho da casa de minha irmã mais velha, que mora sozinha. Ela estava adoentada e eu prometera passar com ela aquele dia. De repente, com um movimento brusco, meu carro foi da esquerda para a direita. Fiquei repetindo: “Senhor, socorre-me!” enquanto procurava endireitá-lo, quando ele deu uma guinada violenta para a direita. “Senhor, salva-me!” gritei aflita. O carro atingiu a grade de proteção, passou por cima dela e o motor parou. Tentei abrir a porta do passageiro, mas ela não se movia. Fui para o assento do motorista, baixei o vidro da janela e saí passando por cima da cerca de segurança. Um homem chegou primeiro. “Por favor, leve-me ao hospital”, supliquei. Em seguida, dois homens se juntaram a ele. Disseram que chamariam uma ambulância.



Logo depois apareceu uma mulher, acenando com a mão. “Deixem que eu cuido dela”, disse para eles. “Venha”, disse ela, conduzindo-me ao seu carro. “Não posso deixar que fique sangrando enquanto espera a ambulância.” Depois de entrarmos, ela dobrou uma toalha limpa sobre minha testa. “Por acaso tenho isto”, disse ela. “Espero que ajude a estancar o sangramento.”



A equipe da emergência assumiu o atendimento, mas meu anjo permaneceu ali. Somente depois que um soldado da força pública estadual chegou foi que ela começou a se afastar. Mais uma vez lhe agradeci profusamente, repetindo que ela era meu anjo enviado pelo Céu e lhe pedi que escrevesse o seu nome num pedaço de papel.



“Julie Johnston”, escreveu ela. Embaixo do nome, anotou o número do seu telefone. “Ligue para mim quando se sentir melhor”, disse ela. Ao telefone, no dia seguinte, Julie perguntou: “Sabia que foi só uma arvorezinha que a impediu de despencar pelo precipício?” Claro que eu não sabia. Mais tarde, telefonei para a agência do caminhão-guincho a fim de perguntar quanto eu devia. O funcionário disse que tiveram de usar dois guinchos para remover meu carro. Foi “perda total – sem conserto”.



Meu coração transbordou de louvor a Deus por Seu livramento e por toda a bondade humana que recebi naquele dia. Escrevi uma carta ao editor do jornal local, aplaudindo as pessoas excepcionalmente atenciosas de nossa região, mencionando o nome de todos os anjos que me haviam dispensado ternos cuidados, concluindo com o verso: “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que O temem, e os livra” (Salmo 34:7).



Consuelo Roda Jackson

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Que é Isso que Tens na Mão?

Perguntou-lhe o Senhor: Que é isso que tens na mão? Respondeu-lhe: Uma vara. Êxodo 4:2.



Conhecemos a história de Deus chamando Moisés para tirar os filhos de Israel do Egito. De todas as perguntas que Deus faz a Moisés em Êxodo 3 e 4, creio que a mais significativa se encontra no texto de hoje: “Que é isso que tens na mão?”

Por onde quer que eu viaje, encontro mulheres que me dizem não saber o que fazer para Deus. Pensam em muitas mulheres talentosas a quem Deus usou, mas não encontram nada em si mesmas que Deus possa usar. Algumas dessas mulheres gostariam secretamente de ser como suas irmãs mais “talentosas”. Outras ficam contentes por não terem aparentemente talento nenhum – assim, Deus não pode esperar muito delas.

Minha resposta tem sido contar-lhes a história de Moisés junto à sarça ardente. Quando Deus pediu que Moisés fosse o libertador de Seu povo, Moisés apresentou uma lista de desculpas. Em Êxodo 4:1, fala da possível incredulidade dos anciãos e líderes, quando os abordasse. Mas Moisés está realmente falando da falta de confiança em si mesmo. Quando considerava a sua vida, não via nada que Deus pudesse usar.

Deus nos deu pelo menos um talento (Mateus 25:14-30). Hoje Deus nos faz a mesma pergunta que fez a Moisés: “Que é isso que tens na mão?” Que talento dado por Deus você possui, ao qual atribui pouco ou nenhum valor? Olhe novamente. Deus vê uma mulher de valor e espera que você entregue sua “vara” aos Seus cuidados, para que Ele possa transformá-la – e a você também – em algo grande para Ele.

Deus olhou para a vara de Moisés e nela viu potencial. Viu o que Moisés não via. Deus viu uma vara com o potencial de tornar-se uma serpente, mas só se fosse entregue ao cuidado divino. O que Deus vê quando olha para a sua vida? Não, Ele não vê nossos equívocos, nossas fraquezas, nossa incapacidade. Ele só vê potencial. Vê o que podemos tornar-nos se nos entregamos ao Seu cuidado divino.

Deus chama a cada uma de nós para ministrarmos aos outros, e nos deu tudo de que necessitamos. É só entregá-lo a Ele e observar com reverência e admiração como Ele usa a nossa vida para trazer louvor e glória ao Seu nome.



Heather-Dawn Small

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