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Como lavar roupas


Como lavar roupas. 

1. Separe sempre
Tudo é uma questão de organização. Primeiro, separe as roupas pela cor: faça uma pilha para peças brancas, outra para as peças de cores claras e uma última para as peças de cores escuras.
A seguir separe a pilha escura em duas outras: uma com itens que desbotam e outra com os que não desbotam. Mais adiante, separe cada pilha com base na quantidade de sujeira: pouco suja, moderadamente suja e muito suja.
Dicas
• Junte os itens brancos e de cores claras que estejam compatíveis na sujeira em uma mesma pilha;
• Crie uma pilha para as roupas delicadas que precisam ser lavadas à mão;
• Separe as peças brancas de tecido sintético e lave-as somente com as de tecido branco;
• Separe os tecidos sintéticos, os mistos e os que não amassam, dos tecidos naturais.

2. Prepare para lavar
Minimize os danos às peças que você está lavando:
Faça o pré-tratamento das manchas, sujeiras e das peças muito sujas com removedor de manchas de pré lavagem, com detergente líquido, com uma pasta feita de sabão em pó ou detergente, com sabão em barra ou deixe as peças previamente de molho (lembrando que nem todas as peças podem ficar de molho. Veja o próximo tópico como saber quais podem).
·         Conheça a composição e os acabamentos dos tecidos para selecionar a temperatura correta da água e os produtos de limpeza adequados.
·         Guarde as informações sobre os cuidados da peça. Dessa maneira você poderá seguir as recomendações sobre os procedimentos de lavagem.
·         Feche os zíperes, enganche todos os ganchos e abotoe todos os botões.
·         Vire os bolsos do avesso para tirar a sujeira.
·         Remova quaisquer ornamentos, decorações, broches ou fivelas que possam fazer buracos ou danificar outras peças.
·         Faça remendos e costure as bainhas para evitar maiores estragos durante a lavagem.
Você não tem certeza sobre o tipo de tecido de uma determinada peça? Ou se tal peça pode ser lavada na máquina? É pra isso que servem as etiquetas, não somente para ficar te espetando enquanto você usa sua roupa nova.

3. Entendendo as etiquetas das roupas
Entender as instruções das etiquetas tornará a tarefa de lavar roupas mais fácil. Veja as dicas abaixo.


4. Produtos pré-lavagem
O mais indicado para remover manchas e sujeiras é usar um produto específico. Eles são chamados de removedores pré-lavagem e geralmente têm a forma de aerosol ou spray. São ótimos especialmente em manchas de gordura em tecidos sintéticos.
·         Dicas
• Trate as manchas enquanto são recentes. Embeba a área completamente e esfregue suavemente para o produto penetrar no tecido.
·         • Alguns produtos pré-lavagem podem danificar o acabamento exterior da lavadora e da secadora, então, tenha cuidado ao utilizá-los.
·         • Não deixe roupas claras e escuras de molho por muito tempo. As cores podem desbotar.
·         • Lave as roupas da forma habitual após deixá-las de molho previamente.

5. Escolhendo produtos para lavar roupa
Leia o rótulo cuidadosamente antes de comprar qualquer produto, para ter certeza de que é o correto para o tipo de trabalho que você quer fazer. Siga as instruções corretamente e use sempre as medidas indicadas na embalagem.
Detergentes e sabões
O sabão é um bom limpador em água mole (com menor presença de cálcio e magnésio): ele se degrada bem nos sistemas de esgoto da cidade, não prejudicando o meio ambiente. Entretanto, é menos eficiente em água dura (com maior concentração de cálcio e magnésio) pois reage com a grande quantidade de minerais e forma um precipitado que deixa uma espuma cinza nas roupas;
Os detergentes são menos afetados pela água dura do que o sabão e têm excelente poder de limpeza. Os detergentes contém um agente umedecedor que desprende a sujeira e agentes que ajudam a tornar os minerais da água dura inativos, por isso não fazem espuma.
Alvejante
O alvejante trabalha junto com o detergente ou sabão para remover manchas e sujeiras, deixar mais brancas as peças brancas e tornar as cores de alguns tecidos mais vivas. Ele também funciona como desinfetante suave. Os dois tipos básicos de alvejantes são o cloro e o oxigênio. O alvejante líquido comum à base de cloro é o mais eficaz e o menos caro, mas não pode ser utilizado em todos os tipos de tecidos. O alvejante à base de oxigênio é seguro para todos os tipos de tecidos laváveis, fibras com acabamento resinado e para a maioria dos tecidos coloridos laváveis.

• Faça um teste de durabilidade da cor dos tecidos antes de usar qualquer alvejante, misturando 1 colher de sopa de alvejante clorado com 1/4 de xícara de água ou 1 colher (de sopa) de alvejante à base de oxigênio com 2/4 de água quente. Aplique esta solução em um local pequeno. Aguarde alguns minutos e verifique se ocorreu alteração na cor;
• O alvejante deve ser colocado na água da lavagem ou diluído antes de as roupas serem colocadas na máquina. O alvejante não deve nunca ser colocado diretamente sobre os tecidos;
• Sempre alveje a peça toda e não apenas uma única mancha;
• Quando estiver utilizando o alvejante, use a água na temperatura mais quente possível, porque isto melhora o desempenho do produto;
• Alveje as roupas somente no ciclo lavar, assim ele pode ser totalmente retirado durante o ciclo do enxágüe;
• Quando lavar tecidos que contém elastano, utilize apenas alvejante à base de oxigênio.
Amaciantes de roupas
Os amaciantes de roupas adicionam suavidade e maciez, reduzem a eletricidade estática e ajudam a diminuir as “bolinhas” que se formam nas peças. Eles são disponíveis em líquido ou em formato de lenços. Os líquidos são adicionados no ciclo lavar ou enxaguar e os lenços são usados nas secadoras.
·         • Dilua o amaciante líquido em água antes de colocá-lo no dispenser ou na água do enxágüe. Os amaciantes podem manchar o tecido se colocados diretamente sobre as roupas;
• Os lenços amaciantes podem manchar peças de poliéster se colocados na secadora junto com elas. Se você manchar uma peça, esfregue a área com detergente líquido ou com um produto pré-lavagem e lave-o novamente;
• Quando estiver lavando roupas de bebê é bom usar o amaciante moderadamente, porque alguns bebês são sensíveis ao acúmulo do produto.

6. Utilizando uma lavadora automática
Para obter os melhores resultados da sua máquina de lavar roupas, você deve saber como combinar as capacidades de carga, níveis de água, temperatura e ciclos.
Carregando a máquina de lavar roupas
Leia o manual de instruções e siga as orientações recomendadas.
Não sobrecarregue a máquina. A quantidade de roupas não deve exceder a recomendação do fabricante.
Usar a capacidade máxima da máquina cada vez que você lava roupa economiza tempo e energia, mas não misture roupas claras e escuras apenas para encher a máquina (provavelmente irão manchar e o custo será maior do que usar a máquina duas vezes, por exemplo).
Misture itens grandes e pequenos em cada carga para melhor circulação e distribua a carga uniformemente ao redor do agitador.
Selecionando a temperatura da água
O ajuste da temperatura da água varia de acordo com os tipos de tecidos que estão sendo lavados e a quantidade de sujeira.
Selecionando o nível da água
Use água suficiente para fornecer uma boa lavagem, evitando assim o desperdício de água e de energia. A maioria das máquinas possui um controle de nível de água compatível com a quantidade de roupa a ser lavada. Verifique o manual de instruções para saber desta informação.
Selecionando o ciclo
Selecione o ciclo e o tempo de lavagem de acordo com o tipo de roupa e o grau de sujeira. Utilize um ciclo mais longo para as roupas muito sujas.
Para as peças brancas e de cores que não desbotam, use o ciclo normal com um tempo de lavagem de 10 a 12 minutos. Para as peças que desbotam use o ciclo normal, com tempo de lavagem de 6 a 8 minutos. Para as peças que não precisam ser passadas, use o sistema hand wash, com tempo de lavagem de 6 a 8 minutos. Para tecidos delicados e lã, use o ciclo delicado com tempo de lavagem de 4 a 6 minutos.

7. Lavando à mão
A maioria dos tecidos laváveis pode ser colocada na máquina, mas alguns itens têm a indicação “lavar somente à mão”. Nunca desconsidere isso, mesmo se estiver com pressa.
• Separe as peças da mesma maneira que você separa as roupas para lavar à máquina e faça o pré-tratamento das manchas e áreas muito sujas;
• Utilize um detergente suave para roupas delicadas e dissolva-o na água morna ou fria antes de adicionar as roupas. Deixe-as de molho de 3 a 5 minutos;
• Depois esfregue. Tome cuidado para não esfregar, torcer ou apertar excessivamente. Enxágue as peças em água fria.
·         Os vestidos, os cachecóis e as peças íntimas devem ser pendurados na hora de secar. Utilize toalhas para retirar a umidade excessiva das malhas de lã, meias, calcinhas e sutiãs. Pendure-as para secar somente se o peso da água não for esticá-las ou deformá-las ou seque-as em uma toalha sobre uma superfície plana.

·         8. Secando as roupas A maioria das roupas secas em secadoras automáticas ficam macias e pouco amassadas. Mas se você tem tempo e um quintal em casa, seque no varal nos dias ensolarados, deixando a máquina para quando o tempo estiver ruim e para as roupas que não precisam ser passadas.
Utilizando a secadora
Leia o manual de instruções do fabricante para conhecer os procedimentos de funcionamento e os ciclos recomendados.
Não sobrecarregue a secadora, pois isso causará secamento desigual e roupas muito amassadas.
Assim que a secadora parar, retire as roupas e dobre-as para evitar que fiquem muito amassadas.
Limpe o filtro da máquina após cada uso.
Secando no varal
Pendure as peças no varal pela extremidade mais firme. Roupas brancas e de cores claras devem secar ao sol e as de cores brilhantes à sombra.
Verifique se o varal e os prendedores de roupa estão limpos.
Utilize cordas de plástico ou de arame recoberto com plástico e, antes de utilizá-lo, limpe-o com pano úmido. Não utilize varais de ferro, estes enferrujam e estragam as roupas.

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Dicas de congelamento



Dicas de alimentos Congelados.

Ocupe no máximo 75 % da capacidade de seu congelador ou arca frigorifica. Nunca "lote" completamente, porque assim o ar não terá espaço para circular.


Nunca deixe de datar o alimento, colocando os mais antigos à frente, para serem utilizados primeiro.
Se a energia faltar, evite abrir o frigorifico.
Se o frigorifico deixar de funcionar por algum defeito ou mesmo por falta de energia elétrica, não recongele os alimentos. Os pratos prontos devem ser consumidos imediatamente e os alimentos crus devem ser cozidos antes de preparados.
Os alimentos devem ser bem embrulhados, para que não haja desidratação ou queimaduras provocadas pelo gelo. De seguida meta-os em sacos de plástico, feche-os bem e congele.
Use sacos de plástico para carnes, frutas e legumes. Para congelar liquidos em sacos, coloque o saco num recipiente de plástico rígido antes de o encher. Uma vez cheio, leve-o, aberto, ao congelador ou arca frigorífica. Depois de o liquido estar congelado, tire o saco do recipiente, feche-o, etiquete-o e leve-o de novo ao congelador.
Tenha sempre à mão película aderente. Ela ser-lhe-à muito útil para embrulhar carnes, peixes, aves e legumes ou para tapar pudins e tartes, por exemplo.
Os recipientes descartáveis de papel de alumínio são ideais para acondicionar assados e ensopados.
Anote sempre o nome do alimento, peso, data, quantidade de doses e as instruções para o seu reaquecimento. Use nesta operação lápis de cera, para que a escrita não desbote.
Um código de cores pode ser uma maneira eficaz de diferenciar os alimentos. Porque os recipientes de plástico rígido, indicados para congelamento, têm diversas cores, podem, desta forma, os alimentos do mesmo tipo ser referênciados com idêntica cor.

HORTALIÇAS
Lave as hortaliças cuidadosamente em água corrente fria e deixe de molho por 30  minutos com duas gotas de cloro ou lexivia para cada litro de água e mexe-se bem para perderem a terra se ainda a tivererem. Retire-os do recipiente, sem despejar a água, de modo a que a terra e outras impurezas nele contidos fiquem retidos no fundo
Este procedimento irá  deixar o seu alimento limpo. O alimento deverá ser branqueado, isto é cozinhado no vapor. Caso não possua um equipamento próprio, poderá usar uma peneira de alumínio, ou utilizar o microondas. O tempo varia de acordo com a hortaliça. Depois coloque numa vasilha  com  água gelada . Esse procedimento  interromperá  o processo de cozimento. Escorra bem e embale (não se  esqueça de tirar o  ar) e leve ao congelador imediatamente.

NUNCA DEVE CONGELAR:
Verduras de folha, como por exemplo, alface, agrião e espinafres.
Pepino, rabanete e tomate cru não devem ser congelados, assim como qualquer legume que se pretende consumir em saladas.
Batata crua, gemas cruas ou claras cozidas.
Aves recheadas.
Maionese, pudins ou cremes que tenham levado na sua preparação leite e ovos.
Os produtos congelados, quando são submetidos à congelação com as qualidades inalteradas, não perdem as qualidades originais. Para manterem essas qualidades, a descongelação tem de ser feita eficazmente:
Nunca pôr a descongelar junto a produtos que libertem sabores e odores.
Proteger sempre o produto com pelicula apropiada para o efeito.
Nos produtos que libertam liquidos ao serem descongelados, arranjar forma de que seja feito o escorrimento dos liquidos para um recipiente separado do produto que está a descongelar.
Descongelar os produtos sempre em temperatura de refrigeração (1 a 5 graus).
Colocar o produto a descongelar mais ou menos 24 horas antes de ser consumido, porque é o tempo mínimo que este tipo de descongelação demora.

Sorvetes / Gelados
Evite que o sorvete descongele fora do congelador. 
Cerca de 50% do gelado é composto de ar e quando este descongela, o ar sai, fazendo com que a consistência e o volume sejam alterados.

Iogurte / Leite
O iogurte e o leite fermentado não devem ser congelados, pois os elementos que os compõem tendem a se separar. Compre somente a quantidade suficiente para ser consumida dentro do prazo de validade indicado na embalagem..

Batatas
Congelar batatas cozidas não é uma boa opção. A batata tende a absorver muita água e esfarela quando descongelada. Mas, se elas estiverem fritas ou na forma de puré não haverá problema.

Frutos
Para se congelar bananas, frite-as, cozinhe ou faça uma pasta.
Para as nozes, castanhas, amendoins, etc,  não importa se as congelamos com cascas ou sem elas. Só que elas deverão descansar de 3 a 5 horas antes de serem usadas ou consumidas.
Quanto a peras, goiabas e mangas, faça uma calda com açúcar antes de congelá-las

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Moda Evangélica


Moda Evangélica 



moda evangélica hoje é muito mais do que uma saia reta na altura do joelho ou um vestido com mangas sem graça. Atualmente está muito mais fácil para as evangélicas acompanharem as tendências da moda, afinal não é porque seguem uma doutrina um pouco mais rígida que vão deixar de lado a elegância e a feminilidade, o fato de ser evangélica não quer dizer que deixou de ser mulher. Toda mulher independente de alguma doutrina tem seu lado estiloso, não importa se extravagante, ousado ou mais discreto, mas é fato que todas as mulheres querem estar ligadas no que há de moderno no mundo da moda. A chamada moda evangélica não faz sucesso somente entre as evangélicas, são muitas as mulheres que não abrem mão dessas peças mais comportadas que hoje já possuem uma modelagem mais atualizada com cortes que as valorizam deixando-as bem vestidas em qualquer ocasião. E possível encontrar desde modelos mais simples para o dia a dia a modelos mais sofisticados que deixam as evangélicas muito bem vestidas, mesmo as mais conservadoras.

Era difícil imaginar até pouco tempo atrás que seria possível encontrar um vestido longo de festa com mangas que não fosse considerado cafona, pois tudo que se via no mercado eram decotes extravagantes e comprimento mini, não que eles tenham desaparecido só estão dividindo espaço com a moda mais comportada que caiu no gosto da mulher moderna que sabe o que a valoriza. Os estilistas estão criando peças cada vez mais modernas que permite as mulheres que curtem esse estilo não perderem sua elegância e charme.

Moda evangélica não quer dizer, por exemplo, que os vestidos precisam sempre serem com mangas mas é um detalhe que agrada muito independente de doutrina.O rótulo de moda evangélica pegou deixando para trás o estereótipo de antigamente(moda sem graça). Hoje já não é mais preciso que as evangélicas recorram às costureiras para se vestirem com elegância, pois os empresários da moda já estão de olho nesse nicho que está mais exigente e não quer ficar fora de moda. Exemplo disso são as camisetes, batas e vestidos de tricoline com uma variedade enorme de modelos de mangas. São blusas que para as mais ousadas podem ser usadas com shorts e mini saia e para as que gostam mesmo do estilo evangélica podem ser usadas com saias na altura dos joelhos que ficam extremamente elegantes. Não importa a definição, mulher é mulher, e como tal tem sua elegância, seu chame e personalidade e não abrem mão do seu estilo, e a moda evangélicalhes proporciona isso


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5 dicas para entrevista de emprego

Já realizei diversas apresentações sobre como agir em uma entrevista de emprego. Algumas dúvidas são recorrentes e por isso as cinco dicas para entrevista de emprego pretende auxiliar nestas questões.

Para aqueles que já vem lendo a respeito do tema poderá pensar que estas são básicas. Contudo, por mais óbvio que pareça e como o público em busca de emprego ou recolocação é bastante amplo e diversificado, a idéia é trazer dicas práticas e úteis, independente da experiência de cada um.

Para a entrevista de emprego há três fases: antes, durante e depois. Vou abordar resumidamente sobre as três nestas cinco dicas.

5 DICAS PARA ENTREVISTA DE EMPREGO

1. Conheça a empresa - antes de ir para uma entrevista na empresa procure saber o máximo possível a respeito da mesma. Visite o site, converse com pessoas que conhecem sobre ela, leia as notícias que já foram publicadas a respeito, busque outras fontes de informação sobre a situação econômica e cultural da empresa. Hoje em dia a maior parte das vagas disponíveis no mercado está nas mãos de empresas de seleção e consultorias. Portanto, esta dica também se aplica para uma entrevista inicial neste tipo de empresa.

2. Apresentação pessoal - em geral, vista-se de forma um pouco mais formal do que de costume. É preferível transmitir uma idéia de seriedade e formalismo do que descuido e despreocupação. Porém, cuidado com roupas que não está acostumado a vestir, pois pode ficar desconfortável e isso prejudicar sua entrevista. É fundamental conhecer antecipadamente a cultura da empresa quanto a vestimenta: formal ou informal. Em qualquer situação evite roupas muito justas e que mostrem partes do corpo que transmitam sensualidade.

3. Fale a verdade - durante a entrevista procure agir com naturalidade e falar sempre a verdade. Claro que dizer a verdade não significa ser franco ao extremo. Em vez de dizer que odiava seu chefe (se for o caso), diga que sua relação com ele era profissional e tinham posições diferentes sobre questões relacionadas ao trabalho. Nunca invente fatos ou conhecimentos que não possua. Os profissionais que realizam entrevistas, em geral, são experientes para perceber quando alguém está aumentando ou inventando alguma informação. Procure falar de experiencias positivas que teve em seus empregos anteriores. Reforce com exemplos suas conquistas e realizações.

4. Demonstre interesse - muitas vezes o candidato que faz perguntas ao entrevistador durante e ao final da entrevista transmite uma imagem positiva sobre si mesmo. Denota que a pessoa está interessada, motivada e curiosa pela vaga. Entretanto, tome cuidado para não se tornar o entrevistador fazendo perguntas demais. Prepare algumas perguntas com antecedência e havendo oportunidade faça-as ao final. Também não pergunte coisas íntimas ou sobre entrevistador. Uma pergunta importante e funcional é sobre a continuidade do processo. Ao final da entrevista pergunte sobre os próximos passos, prazo para retorno etc.

5. Acompanhamento - uma das dúvidas mais frequentes é sobre o tempo de espera sobre o resultado da entrevista. Cada empresa tem um processo que pode variar de dias a meses. Por isso, é importante praticar o que foi escrito na dica quatro. Caso o entrevistador não tenha definido um prazo para o retorno ou o mesmo já tenha passado e ele não entrou em contato, cabe a você se manifestar. Caso ele não tenha definido um prazo a dica é aguardar aproximadamente duas semanas. Porém, se o prazo expirou e ele não retornou, a dica é aguardar de três a cinco dias para buscar informações. Não há uma regra, mas bom senso. Por isso, reforço a importância de ter esta informação ao final da entrevista.


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Cuidados com a pele

COMO FAZER LIMPEZA DE PELE EM CASA

A limpeza de pele é boa para deixar a pele mais bonita e livre daqueles pontinhos pretos indesejáveis, que são os cravos. No salão, este cuidado com a pele custa bem caro. Mas, em casa é possível fazer uma limpeza simples, desde que algumas dicas sejam seguidas:
  • Corte as unhas das mãos para evitar danos à pele.
  • Coloque água para ferver.
  • Separe uma bacia funda e uma toalha.
  • Prenda os cabelos, e coloque uma touca plástica.
  • Lave bem o rosto na pia com um sabonete para o rosto.
  • Faça uma esfoliação na pele do rosto e lave bem.
Aprenda como fazer esfoliação em casa!
  • Despeje a água quente na bacia, e coloque um pouco de camomila ou eucalipto.
  • Coloque o rosto em contato com o vapor da água.
Cuide para não encostar na água quente e se queimar!
  • Cubra a cabeça com uma toalha, e fique em contato com o vapor por uns 10 minutos. O vapor irá abrir os poros e facilitar a extração dos cravos.
  • Pegue uma luva, ou cubra os dedos com gaze, e comece a extrair os cravos, espremendo-os.
Cuidado para não exagerar e deixar a pele com marcas e cicatrizes.
  • Após terminar, passe uma loção adstringente, e um creme adequado ao seu tipo de pele.
© Escrito e publicado por Mog em 22/07/2008.

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Comportamento

17 perguntas e respostas sobre o comportamento infantil

Angela Senra Atualizado em 13.01.2012
Listamos algumas situações em que os pais se perguntam como proceder ou como resolver tudo da melhor maneira possível

O que fazer quando seu filho morde o amiguinho, dá tapas em você ou se atira no chão e começa a gritar? A ideia, claro, é sempre optar pelo caminho da boa educação. Para isso, conversamos com alguns especialistas, que sugerem maneiras de como lidar com o pequeno –seja um bebê, seja uma criança pequenina – diante desses comportamentos

Decifrar o comportamento infantil não é tarefa fácil para os pais. A busca por respostas costuma esbarrar na maneira como eles criam os filhos, na quantidade de “nãos” que conseguem dizer a eles, nos limites que são capazes de impor.

Muitas vezes, os adultos intuem como devem agir, mas o medo de frustrar as crianças acaba resultando em resignação. “Elas são assim mesmo”, dizem. Realmente, crianças têm atitudes-padrão em cada fase da vida, mas isso não significa que os adultos tenham de acatar ordens e aceitar todos os ataques como naturais no processo de desenvolvimento. Para ajudar os pais a agir nesses momentos difíceis, procuramos especialistas em educação e comportamento infantil, que sugerem alguns caminhos.

Até os 2 anos de idade

1. Meu filho tem a mania de morder as pessoas. Como mostrar a ele que isso é errado?

“É até esperado pelos profissionais que lidam com crianças que elas façam isso até os 3 ou 4 anos de idade, mas os adultos não podem permitir que mordam, porque machuca, é errado”, explica Silvia Amaral, pedagoga, psicopedagoga, coordenadora da Elipse Clínica Multidisciplinar e conselheira da Associação Brasileira de Psicopedagogia.

No momento em que seu filho morder um coleguinha ou qualquer outra pessoa, Silvia aconselha a boa e velha conversa olhos nos olhos. “Fique na mesma altura que a criança e fale firmemente que isso não pode nem deve mais acontecer porque machuca e dói. Os pais têm de deixar claro que não aprovam o comportamento porque, mesmo elas não tendo noções claras de certo e errado, não podem fazer tudo que querem”, diz ela.

Isso não significa que o comportamento não vá se repetir, mas todas as vezes em que isso ocorrer é necessário deixar clara sua posição. “Agora, se acontecer com frequência, toda semana, por exemplo, significa que a agressão está se tornando um hábito e é preciso buscar a ajuda de um profissional.”

2. O que faço para meu filho parar de chorar?

Para Vera Iaconelli, psicóloga e coordenadora do Instituto Gerar – Escola de Pais, antes dos 2 anos de idade, o choro nunca é de manha. “Nessa fase, a criança não tem recursos para isso, portanto o choro constante indica algum tipo de desconforto, físico ou emocional, que precisa ser investigado pelo médico. Como não sabe falar, o bebê usa o choro para demonstrar seu sofrimento.” A partir dos 2 anos, porém, a criança já percebe como pode manipular os pais e usa o choro para tentar conseguir o que deseja. “Eu acredito que uma das formas de ajudá-la a aprender a lidar com as frustrações seja não atendendo a seus desejos quando eles vêm junto com o choro de birra.”

3. Preferir a companhia do pai/mãe ou de outra pessoa em determinado momento significa que meu filho não gosta de mim?

Faz parte da natureza humana preferir a companhia de uma ou outra pessoa, e o ser humano aprende a demonstrar isso logo cedo. Os pais devem se preparar, pois os filhos sempre buscam a companhia de um ou outro por razões que nem sempre ficam claras. Se é para jogar bola, o menino geralmente chamará o pai, mesmo que a mãe adore futebol. Para ir ao cinema, pode preferir ir com a mãe ou a avó. Quando nenê, às vezes adora o colo de uma tia, embora nessa fase o mais comum seja desejar ficar com a mãe. “Os pais precisam ter maturidade para aceitar essa frustração, pois frequentemente os filhos vão querer estar longe deles, em especial quando crescerem. É difícil, mas eles sabem que criam os filhos para o mundo e um dia serão preteridos”, afirma Vera Iaconelli.

4. Como devo agir diante de um ataque de fúria do meu filho em locais públicos ou se ele chuta quando não é atendido?

A sugestão da psicopedagoga Silvia Amaral é você tentar impedir abraçando a criança por trás na tentativa de contê-la e mostrar sua contrariedade. Atenção: nunca dizer que você está contra ela, mas que o comportamento dela é errado, que você não aprova a maneira de ela agir. “Se não der resultado e ela não estiver correndo perigo, se batendo, por exemplo, sugiro que os pais se afastem. É melhor do que ficar perto, morrendo de vergonha do que as pessoas estão pensando de você como mãe e acabar cedendo. Ao perceber que os espectadores que importam não estão presentes, ela vai parar. Outra saída é pegá-la no colo e levar para o carro, gritando mesmo. Quando ela se acalmar, converse com ela, mas jamais volte para fazer a vontade dela.”

5. Devo intervir quando o caçula bate no irmão mais velho?

Sim, pois a agressão física não deve ser tolerada. É importante para a criança aprender a expressar a raiva ou o ciúme usando as palavras. Para a psicóloga, é importante que os sentimentos sejam transformados em palavras, e não em tapas. No caso de um bebê menor de 2 anos, os pais devem segurar sua mão e dizer que não pode bater, mostrar que o irmão está triste, que machuca. “Em vez de dizer à criança que ela ‘tem de’ gostar do irmão, o correto é sentar e tentar entender o que está acontecendo e explicar que você também sente ciúme, que é normal, mas que nem por isso sai estapeando os outros”, diz Vera. Aliás, este é um ponto importante: o do exemplo. Se você vive se gabando de ter descido a mão na engraçadinha que deu em cima do seu marido quando vocês ainda eram noivos, por exemplo, acha mesmo que pode dizer aos seus filhos para não usarem a força?

6. Meu filho adora dar tapas na cara e puxar o cabelo das pessoas. O que devo dizer a ele nessas horas?

Os pais costumam achar graça, mas as especialistas são unânimes: não permita que isso aconteça com você nem com ninguém. “Segure a mão do bebê, não ria, mostre com cara feia que você fica triste quando isso acontece, pois é observando a reação alheia que ele aprende a interpretar os sentimentos e a se colocar no lugar do outro. Fale sempre do seu sentimento. Nunca diga que a criança é má ou feia. E não caia na armadilha de revidar com palmada. Se fizer isso, estará reforçando o aprendizado da agressividade física, um mau exemplo”, diz a psicopedagoga Silvia Amaral.

7. Quando é contrariado, meu filho começa a gritar. Como posso mostrar que isso é errado?

Como você costuma reagir ao ser contrariada? Se leva uma fechada no trânsito, reage aos berros? Se você não consegue se controlar, a criança pode estar apenas repetindo o que vê. Pense nisso. Aceitar as frustrações é uma dificuldade grande hoje em dia para pais e filhos. Quantas vezes você não se frustra por não ganhar mais ou não ser reconhecida no trabalho como deveria? Aprender a lidar com os nãos da vida é fundamental para crescer. “Com uma criança maior, você pode fingir que não conhece e deixá-la gritando sozinha. Se for embora mesmo, vai ver que nunca mais ela vai repetir o papelão”, afirma Maria Irene Maluf, pedagoga especialista em educação especial e em psicopedagogia. No caso das pequenas, a saída é tentar acalmá-las. “Abrace a criança por trás, vá pedindo calma e faça sons como ‘shhh’ no ouvido dela. Aos poucos, os pais vão descobrindo o que funciona. O que não podem de jeito nenhum é aceitar o jogo”, fala Silvia.

8. Meu filho de 1 ano e 2 meses, quando irritado, bate a cabeça no chão ou na parede. Como devo agir?

Se a criança estiver correndo o risco de se machucar, é preciso segurá-la e interromper o ataque, abraçando por trás. Vale tentar a técnica de fazer o som de ‘shhh’ no ouvido e pedir calma. Se nada disso resolver e ela continuar a fazer escândalo, é preciso procurar o médico. “A autoagressão não é um comportamento aceitável e pode indicar sérios transtornos mentais, como a bipolaridade. É grave e precisa da avaliação de um psiquiatra. Há casos em que elas precisam dormir de capacete para não se ferir durante o sono”, explica a pedagoga Maria Irene Maluf.

9. Meu bebê de 1 ano e 2 meses vive fazendo pirraça. Devo mostrar a ele o que pode ou não? Ele já entende o conceito de certo e errado?

Ele ainda não distingue o certo e o errado, mas nessa idade já começa a perceber incoerências. “Quantas vezes as crianças nessa fase testam os pais? Ao fazerem algo, elas olham para eles, ouvem o não, fazem de novo até que o pai ou a mãe tome uma atitude para impedir o ato. E elas repetem isso muitas vezes, demonstrando ter certa noção do que é importante”, diz Silvia.

Maiores de 2 anos

10. Minha filha vive dando escândalos em locais públicos, como o shopping. Como devo repreendê-la?

Para Maria Irene Maluf, as crianças com esse tipo de comportamento recorrente são criadas sem limites e se sentem carentes de afeto e atenção. “Por não se sentirem amadas, elas tentam cada vez mais a chamar a atenção dos pais.” Isso não quer dizer que os pais não as amem, apenas que não estão sabendo demonstrar isso. Outra razão é que muitos pais também não conseguem entender o papel da frustração e temem não ser amados se não fizerem tudo pelos filhos. “Acabam criando pessoas que não se satisfazem com nada”, afirma Maria Irene Maluf. Numa situação com essa, a pedagoga aconselha tentar acalmá-la, abaixando-se para conversar na mesma altura que ela. Se não resolver, pegue a criança e leve-a para o carro, para casa, espere que ela se acalme e aí converse.

11. Quando não quer um objeto ou uma comida, meu filho reage jogando o prato ou o brinquedo longe. O que eu faço?

Preste atenção na maneira como você e sua família agem. Ataques de raiva não são privilégio das crianças, aliás, elas aprendem com os adultos. “Tive um paciente que costumava atirar o prato pela janela quando não queria comer. Depois de várias sessões em que os pais negavam que esse tipo de comportamento fosse comum em casa, descobri que o avô costumava agir assim quando estava irritado, jogando o que estivesse à mão pela janela do apartamento”, diz Maria Irene. Portanto, atenção: você está sendo vigiado e seus atos e palavras serão copiados por seus filhos. “A educação é para ser servida como exemplo e cobrada diariamente, minuto a minuto. Não adianta dizer uma vez ‘não faça isso’ e achar que é suficiente. É preciso repreender sempre, com uma voz firme e séria”, diz a pedagoga.

12. Na hora de brincar, meu filho prefere bonecas e roupas de menina aos carrinhos e roupas masculinas. Há algum problema nisso?

Segundo Vera, nenhum problema. “Brincar exercita a fantasia e é a forma de descarregar no mundo imaginário o que não podem fazer na vida real. Todos os meninos acabam brincando de boneca, que nada mais é que o exercício de cuidar, mesmo que o façam com o ursinho de pelúcia.”

13. Meu filho gosta de brincar de matar as pessoas. Por muito tempo, evitei comprar armas de brinquedo, mas ele transforma qualquer objeto em revólver. Devo manter a proibição?

Na opinião de Vera, as pessoas confundem o mundo da fantasia e a realidade. “Matar na brincadeira, como no videogame, é apenas uma maneira de lidar com a agressividade, podendo destruir de mentirinha. O que não pode é sair por aí batendo nos outros”, acredita ela.

14. Meu filho é muito tímido, tem vergonha de brincar com outras crianças. Como posso incentivá-lo a interagir com os outros?

Ser introspectivo, mais quieto, com poucos amigos, não é um problema, mas um temperamento, e faz parte da personalidade. “A extroversão também pode ser uma fonte de angústia. Os pais só devem se preocupar se a criança não consegue se relacionar, participar de brincadeiras coletivas ou não gosta de estar com outras pessoas”, explica Vera. Nesse caso, é preciso buscar a ajuda de um profissional. Mas, se é apenas timidez, é bom incentivá-lo a brincar com outras crianças, chamar os coleguinhas para passar a tarde na sua casa, deixar que ele faça seu pedido no restaurante, pequenos gestos que podem ajudá-lo a se comunicar melhor.

15. Às vezes, faço chantagem para convencer meu filho a tomar banho ou trocar de roupa. Estou agindo corretamente?

Tomar banho, escovar os dentes, sentar-se à mesa para comer e tomar vacina, segundo Vera, são obrigatórios. “Mas, por volta dos 2 anos de idade, por exemplo, a criança começa a reivindicar a posse sobre o próprio corpo, até então cuidado somente pelos outros. Uma sugestão para quando ela não quer tomar banho é fazer o jogo da autonomia, dando ferramentas e negociando: você compra uma esponja bacana, um sabonete especial e deixa que ela se lave sozinha, com sua supervisão. Em troca, uma vez por semana você dá aquele superbanho.” Na hora de se vestir, também é importante deixar a criança escolher. “Só não dá para deixar sair no calor com calça de veludo ou descalça no inverno.”

16. Quando saio com meu filho, ele sempre me pede para comprar algo (um brinquedo, por exemplo). Se não compro, ele faz um escândalo. Como devo agir?

Segundo Maria Irene, aos 2 anos de idade, a criança acredita que tudo é dela. Aí os pais a levam para um lugar encantador, como uma loja de brinquedos. Coloque-se no lugar do pequeno e imagine-se num lugar com tudo que você mais gosta sem poder levar quase nada. Para evitar a cena, ela recomenda conversar com o pequeno antes de sair de casa e definir se vai haver novas aquisições. Outra estratégia é: “O brinquedo custa o mesmo que a festa que eu daria no seu aniversário, o que você prefere? Você também pode sugerir que ela escolha vários e deixe para você decidir, fazendo uma surpresa depois”, diz Maria Irene Maluf.

Vera diz que, a partir dos 2 anos de idade, a criança já está ligada no que pode ou não comprar. “Fica difícil para ela aceitar porque para os pais também é muito complicado não poder consumir o quanto gostariam. E o pior é que muitas vezes, feridos no próprio orgulho e sentindo-se culpados por não estarem mais presentes, acabam cedendo e se atolando em dívidas.”

17. Quando saio para jantar fora, meu filho não para quieto na mesa. Fica correndo pelo restaurante e incomoda a todos. Devo repreendê-lo?

Sem dúvida nenhuma. “Quer coisa mais desagradável do que crianças gritando e correndo em volta da mesa de pessoas desconhecidas? E há pais que simplesmente não se mexem, acham que o mundo todo tem de tolerar a bagunça de seus filhos”, diz Silvia Amaral. Claro que não é preciso fazer um drama se eles derramarem a bebida na mesa, mas é preciso que saibam respeitar limites e isso se aprende em casa, todos os dias. “Os pais só devem levar os filhos a restaurantes se eles tiverem noções de conveniência”, acredita Silvia.

É muito importante também observar se o restaurante é indicado para crianças. “Um lugar com pouca luz, onde os casais vão para namorar, definitivamente não foi pensado para receber a molecada. O mais apropriado são restaurantes descontraídos, mas a simplicidade não é desculpa para deixar os pequenos se pendurarem nos lustres e se esconderem debaixo das mesas dos outros.”

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