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Cuidados com a pele

COMO FAZER LIMPEZA DE PELE EM CASA

A limpeza de pele é boa para deixar a pele mais bonita e livre daqueles pontinhos pretos indesejáveis, que são os cravos. No salão, este cuidado com a pele custa bem caro. Mas, em casa é possível fazer uma limpeza simples, desde que algumas dicas sejam seguidas:
  • Corte as unhas das mãos para evitar danos à pele.
  • Coloque água para ferver.
  • Separe uma bacia funda e uma toalha.
  • Prenda os cabelos, e coloque uma touca plástica.
  • Lave bem o rosto na pia com um sabonete para o rosto.
  • Faça uma esfoliação na pele do rosto e lave bem.
Aprenda como fazer esfoliação em casa!
  • Despeje a água quente na bacia, e coloque um pouco de camomila ou eucalipto.
  • Coloque o rosto em contato com o vapor da água.
Cuide para não encostar na água quente e se queimar!
  • Cubra a cabeça com uma toalha, e fique em contato com o vapor por uns 10 minutos. O vapor irá abrir os poros e facilitar a extração dos cravos.
  • Pegue uma luva, ou cubra os dedos com gaze, e comece a extrair os cravos, espremendo-os.
Cuidado para não exagerar e deixar a pele com marcas e cicatrizes.
  • Após terminar, passe uma loção adstringente, e um creme adequado ao seu tipo de pele.
© Escrito e publicado por Mog em 22/07/2008.

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Alimentação leve para o verão

Para curtir o verão e tudo de bom que essa estação maravilhosa lhe oferece é preciso ter uma alimentação leve, saudável, se hidratar e ficar atento com os perigos de contaminação.

Frutas, verduras, legumes, peixe e frango não podem faltar, pois favorecem a digestão.

Os cereais, de preferência integrais, e as leguminosas (grãos) também devem ser consumidas devido aos seus nutrientes e fibras presentes. Prefira os queijos magros e leite desnatado. Opte por alimentos naturais, frescos. Evite os industrializados, alimentos gordurosos, frituras, pois eles tornam o processo de digestão mais lento, dando aquela sensação de empanturramento.

Além de todas as funções, os alimentos leves e saudáveis, se bem conservados diminuem ainda mais o risco de contaminações e toxiinfecções, freqüentes no verão. Sintomas de náuseas, vômitos
e diarréia derrubam qualquer um e podem causar desidratação.

Nesta estação, devido ao calor e umidade, a proliferação bacteriana é maior, o que deve aumentar também os cuidados com os alimentos. Veja a seguir algumas dicas:
·  Mantenha os alimentos refrigerados. Somente retire do refrigerador os alimentos nas quantidades que for realmente consumir e evite deixar alimentos após o preparo fora da geladeira.
·  Evite alimentos de fácil contaminação como ovo, maionese e molhos, que são freqüentemente expostos em ambiente que não o refrigerado.
·  Na praia, o cuidado deve ser o mesmo, evite queijos, camarão e sanduíches com maionese que costumam ficar muito tempo fora do ambiente de refrigeração.

Quanto aos líquidos, água! Com o calor você transpira mais e precisa repor constantemente essa perda, para que não cause a desidratação. Para evitar que isso ocorra abuse dos líquidos: água de coco, sucos de frutas, chás e principalmente da água.
Por:Roberta dos Santos Silva
Nutricionista-chefe do programa Cyber Diet, formada pela Universidade Católica de Santos CRN-3 14.113

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Ganho de peso nas mulheres

O ganho de peso é um dos problemas que assusta, e muito, as mulheres. Muitas das causas que fazem o ponteiro da balança subir são fáceis de ser notadas, como os problemas no funcionamento do metabolismo, disfunções hormonais, falta de exercícios, abusar dos doces, petiscar o dia inteiro, assaltar a geladeira durante a noite ou se entregar às escolhas mais pecaminosas na hora de montar o prato são alguns deles.


Porém, alguns dos fatores que tornam a perda de peso mais difícil podem passar despercebidos. Os sabotadores de dieta parecem estar em toda parte, em problemas de saúde e até no estilo de vida.

Certas doenças como hipertireoidismo, síndrome dos ovários policísticos e síndrome de Cushing podem ser responsáveis pelo ganho de peso nas mulheres. Por isso, é importante fazer visitas regulares ao médico para descobrir se algum destes problemas explica por que você está engordando demais. Caso a avaliação médica indique tais doenças, é importante manter os exames e o tratamento em dia.

A depressão é outro problema de saúde que pode fazer com que as mulheres engordem. Enquanto para algumas pessoas vivenciar situações desafiadoras significa falta de apetite, para outras pode ocorrer o oposto. O impacto emocional da depressão pode gerar um descuido com os hábitos alimentares e como consequência, o ganho de peso. O tratamento com antidepressivos pode tornar as coisas um pouco pior, já que alguns desses medicamentos alteram a taxa metabólica e levam ao consumo maior de alimentos.

Estudar ou trabalhar até tarde, esticar a balada até o dia seguinte e ir direto para o trabalho são hábitos que parecem não influenciar diretamente no seu peso, mas a falta de descanso pode sim causar estragos na dieta. Dormir pouco ou dormir mal são fatores causadores de alterações nos níveis de hormônio no corpo e que tornam maior a probabilidade de o organismo armazenar gordura.

Compor o cardápio das refeições apenas com alimentos que apresentam baixo teor de gordura não é a melhor alternativa para quem quer controlar ou perder peso. O ideal é não se restringir às gorduras saudáveis já que a deficiência de ácidos graxos também podem sabotar a perda de peso e dar preferência aos alimentos ricos em fibras, que oferecem sensação de saciedade, sem muitas calorias.

A temporada de férias, feriados prolongados e as festas de final de ano também são grandes sabotadores do peso. Isso porque a atitude de relaxar também se reflete nos hábitos alimentares e é normal baixar a guarda em situações como estas. A única maneira de não ver todo o esforço do ano todo indo embora, é ficar atenta na quantidade de comida que você coloca no prato, se policiar quanto aos excessos e não ficar parada. Mesmo no período de relaxamento, encarar uma caminhada leve só vai trazer benefícios para o seu corpo e para sua saúde.

Fonte. Dicas de Mulher

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Falta de sono!

Estudos apontam que as mulheres são as principais vítimas da privação de sono


Foto: Getty Images
 Michelle Achkar

Dormir poucas horas, menos de seis a oito por noite, já foi associado ao aumento de acidente de diversos tipos e também ao maior risco de desenvolvimento de doenças. Pois dois novos estudos apontam que as mulheres são as principais vítimas da privação de sono.

Um deles, conduzido pela Faculdade de Medicina de Warwick, na Inglaterra, diz que mulheres que dormem pouco estão mais sujeitas a sofrer de aumento da pressão arterial. O outro, realizado na Universidade de Medicina de Pittiburgh, nos Estados Unidos, encontrou fortes conexões entre a falta de sono e problemas no relacionamento.

Ambos os levantamentos não identificam os riscos quando são os homens que sofrem com problemas relacionados ao sono. No caso do aumento do risco de pressão sanguínea alta, as mulheres na fase pré-menopausa foram as mais afetadas. A explicação é de que durante o sono a pressão cai naturalmente, devido à redução das atividades do organismo, e passar mais tempo acordada do que o ideal faz com que o corpo tenha de lidar com a pressão arterial elevada durante mais horas por dia.

Atividades

Os pesquisadores de Warwick afirmam que as mulheres tendem a dormir menos que os homens devido ao maior número de atividades que desempenham (conciliando trabalho, família, casa e vida pessoal) e não a problemas como insônia, depressão ou síndrome das pernas inquietas.

O sono é importante para regular as funções cerebrais, incluindo a regulação dos níveis hormonais, daí também o maior risco de mulheres que dormem mal serem obesas, pois as substâncias que afetam o apetite sofrem alterações. Em média, mulheres que dormem menos do que seis horas por noite consomem 329 calorias a mais por dia do que as que descansam mais tempo.


Via Terra.

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Período menstrual

Estudo mostra que mulheres temem período menstrual, sendo que 74% são obrigadas a abrir mão das rotinas normais


Foto: Getty Images
Patricia Zwipp

Ficar menstruada tira o ânimo de muitas mulheres. Tanto é que um levantamento realizado com mil britânicas com fluxos mensais abundantes mostrou que 81% temem o fatídico período do mês devido aos efeitos negativos no dia a dia.

Quase três quartos (74%) são obrigadas a abrir mão das rotinas normais, como trabalhar e estudar, em até dois dias por mês, o equivalente a cerca de dois anos perdidos ao longo da vida, segundo a pesquisa feita pela Bayer HealthCare.

Apesar do impacto, 62% das que sofrem de sangramento menstrual abundante não procuraram ajuda médica. Quase um quarto (23%) acredita incorretamente que o problema não pode ser tratado e deve ser suportado. Fora isso, um terço acha que o assunto é um tabu, com 31% admitindo nunca terem falado com alguém sobre o problema.

O site Female First, que publicou a pesquisa, acrescentou que 87% das entrevistadas que receberam tratamento relataram alívio dos sintomas.



Ponto a Ponto Ideias
 
Via: Terra

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Seis sinais que o corpo...

Na correria cotidiana nem sempre prestamos a devida atenção aos sinais que nosso corpo envia. É uma dor de cabeça aqui, uma dor nas costas ali, fatos corriqueiros que não damos o devido valor e que podem nos mostrar que algo não vai bem conosco. Vejamos á seguir seis sinais aos quais devemos estar atentos á fim de prevenir ou tratar alguma doença mais séria.

Barriguinha saliente

Nos últimos anos, aquela barriguinha sarada deu lugar a uma gordurinha localizada. Trate de ligar o alerta. Um estudo recente da Sociedade Americana de Câncer sugere que mulheres com mais de 110 centímetros de cintura correm o dobro de risco de vida do que as que não ultrapassam 75 centímetros.

E o mais surpreendente: o tamanho do cinto é mais preocupante naquelas que não apresentam sobrepeso. "Mesmo que o seu peso seja normal, a barriguinha excedente pode interferir no metabolismo da glicose, alterar o colesterol, favorecer quadros de hipertensão e diabetes, além de aumentar o risco de infarto em 20%", alerta a endocrinologista Thalita Bittar, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

Exercícios aeróbicos aumentam a queima calórica. E uma dieta rica em fibras ajuda a reduzir a gordura abdominal.

Azia constante

Se o incômodo existe com frequência, há algo de errado. As causas são velhas conhecidas: manter jejum por muito tempo, não ter um horário fixo para as refeições e comer muitas frituras. Pode ser sinal de refluxo gastroesofágico - quando o suco gástrico (que ajuda na digestão de alimentos) sai do estômago, onde é produzido, e alcança o esôfago.

"Acordar à noite com o incômodo, ter sangramento nas fezes ou perceber que a dor ganhou intensidade são indícios de refluxo grave ou outras doenças do aparelho digestivo, como a gastrite crônica (inflamação da mucosa do estômago) e câncer", diz o clínico-geral Arnaldo Lichtenstein, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Por isso, é sempre bom manter a linha com o garfo na mão: mastigar bastante os alimentos e evitar beber líquidos em excesso durante as refeições.

Cansaço interminável

Se o cansaço virou rotina, a primeira hipótese é você estar com algum distúrbio do sono, como a apneia, suspensão anormal de respiração durante a noite.Reduzir o peso corporal e o consumo de álcool, além do tratamento imediato de rinite e sinusite, costuma trazer alívio.

Segunda hipótese: hipotireoidismo (baixa produção de hormônios). "O distúrbio diminui o metabolismo do corpo", afirma Thalita. Pode resultar em cansaço, constipação, lentidão no raciocínio, alterações da menstruação. A saída está na reposição oral dos hormônios.

Cólicas menstruais intensas todos os meses

A cólica é mais comum na adolescência. "Geralmente depois dos 20 anos a dor some", explica a médica Mara Diegoli, coordenadora do Centro de Apoio à Mulher com TPM, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Como a sensação varia de mulher para mulher, a iniciativa de achar que existe algo de errado é como convite de festa privê: pessoal e intransferível. Se a dor a deixa mal-humorada ou impede algumas atividades, vale a pena procurar tratamento. Já existem anticoncepcionais orais que aliviam a cólica. A prática regular de exercícios físicos também reduz a intensidade da dor, porque aumenta a sensação de bem-estar e relaxa a musculatura.

Durante os dias de menstruação, evite ainda o consumo de chocolate, chás, cafés e refrigerantes. Se mesmo assim a dor persistir, exige uma investigação mais profunda para descartar doenças como inflamação pélvica (de útero e ovários), tumores e endometriose, quando o tecido que reveste o útero se estende para fora da cavidade uterina, podendo levar à infertilidade se não tratada.

Dores frequentes nas costas

Tanto faz se são pontadas ou um pequeno incômodo que limita seus movimentos por alguns dias. Uma pesquisa do Ibope mostra que 64% dos brasileiros já sentiram dor nas costas pelo menos uma vez na vida. "A dor acomete principalmente as mulheres, já que elas têm dupla jornada: no escritório e em casa", afirma o ortopedista Fábio Ravaglia, presidente do Instituto Ortopedia & Saúde e membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.

"Repare se a sola de um sapato está mais gasta do que a do par. Se estiver, pode ser sinal de desnível da sua coluna", diz o médico Eduardo Barreto, da Sociedade Brasileira de Coluna Vertebral.

Você deve buscar ajuda caso o incômodo seja forte a ponto de impedir alguns movimentos ou se persistir por mais de três meses, tornando-se uma dor crônica. Afinal, ela pode dar o alerta para uma série de doenças, de hérnia de disco a fibromialgia. Cerca de 90% dos casos apresentam melhora com medicação, fisioterapia e atividade física.

Dores de cabeça constantes

Existem mais de 150 tipos de dor de cabeça. E quase o mesmo número de justificativas: barulho, pressão no trabalho, mudanças hormonais, stress. Segundo o Ibope, 62% da população se queixa da dor. O principal alvo: mulheres em idade fértil. Ou seja, você é uma sofredora em potencial.

Mas, se é tão comum assim, precisa se preocupar com isso? Sim, sempre. Além da dor crônica, disparada por inúmeros gatilhos, existem tipos mais sérios. "Se ela mudar de característica, de intensidade e de localização (for em direção à nuca ou começar a latejar, por exemplo), procure ajuda médica prontamente", diz Lichtenstein. "Se vier acompanhada de febre ou vômito, pode indicar uma enxaqueca mais grave, meningite e até sangramento interno", afirma o médico.

Fonte: M de Mulher, Revista Nova

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Dieta rica em gorduras pode lesar células do cérebro

Pesquisadores do Diabetes and Obesity Center, da University of Washington, afirmam que uma dieta rica em gordura pode lesar os neurônios. Os cientistas estudaram o cérebro de 60 ratos, divididos em seis grupos, que receberam uma alimentação rica em gorduras por um período que variou de um dia a oito meses.


Os pesquisadores detectaram danos e eventual perda de neurônios que regulam o peso crítico quanto maior foi a ingestão de gordura. "A possibilidade que a lesão cerebral pode ser uma conseqüência do consumo excessivo de uma dieta típica americana oferece uma nova explicação para o porquê da perda de peso sustentada é tão difícil para a maioria das pessoas obesas", diz Joshua Thaler, um dos autores da pesquisa.


Fonte: Boa Saúde

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Os benefícios do Pilates


Os benefícios do Pilates




Esta modalidade pode potenciar o seu bem-estar. Saiba como:

O pilates está na moda e não é por acaso. Este método de alongamento e exercício físico, que utiliza o peso do próprio corpo, baseia-se na anatomia humana e o seu objectivo é fortalecer os músculos que rodeiam e suportam o tronco.



Como consequência, melhora a postura, reduz o perímetro abdominal e promove uma maior consciência corporal. Para além disso, estimula o bem-estar psicológico, aumenta a concentração, contraria o stress e, como se trabalham os músculos pélvicos, beneficia a sexualidade, ajudando também a prevenir a incontinência urinária.



Cada aula de Pilates inicia-se com o alinhamento da coluna, de forma a chegar à chamada postura neutra, contraindo-se ligeiramente a barriga. Esta postura é mantida ao longo dos 50 minutos da aula.



Depois, relaxados e concentrados, seguem--se as indicações do instrutor. Bloqueiam-se os pensamentos associados ao exterior e concentramo-nos apenas nos movimentos do corpo. As inspirações e expirações são profundas, sendo que neste método é a respiração que conduz o movimento.



Respirar correctamente é essencial em Pilates, ainda que esta possa ser a área mais complicada de dominar. «Como tentamos manter sempre o transverso abdominal constante e suavemente contraído, a respiração tem de ser lateral-toráxica (as costelas expandem lateralmente na inspiração e relaxam na expiração, mantendo-se o abdominal com a mesma contracção ligeira e sem levantar os ombros)», explica Ana Luís Martins, formadora de Pilates e representante do Pilates Institute em Portugal e Espanha.



«Isto exige treino mas assim também se vão treinar os músculos intercostais», acrescenta ainda a especialista. Os movimentos são controlados, fluidos e lentos.



Cada um deles é suave até se iniciar o próximo, o que permite desenvolver o controlo físico e mental. A linguagem também tem um papel importante: «É completamente diferente pedir ao aluno para flutuar a perna, em vez de levantar. Também costumo dizer para derreter as omoplatas e o movimento muda logo», exemplifica.



Idealmente, o Pilates funciona como complemento para outra actividade física. «Como trabalhamos com a musculatura interna profunda conseguimos ajudar pessoas que fazem outros desportos a melhorar a sua prestação», refere a especialista.



«Há uma melhor postura, uma melhor utilização dos músculos e, como fazemos o movimento muito devagar, conseguimos prevenir lesões e isso é muito importante para qualquer desportista, seja de surf, golfe ou rugby», afirma ainda Ana Luís Martins.



Cuidados essenciais



Quem frequenta as aulas de Pilates deve estar atento aos sinais do seu corpo e informar imediatamente o instrutor se sentir dor. «Se alguma coisa dói, não é bom sinal. As pessoas estão habituadas a treinar com dor, mas em Pilates não é esse o objectivo e isso não quer dizer que se esteja a fazer bem o exercício», afirma Ana Luís Martins.



Também se deve perguntar ao instrutor qual o nível da aula adequado ao caso individual: «Uma aula que é adequada para mim pode ser péssima para o meu melhor amigo», alerta a formadora de Pilates. Caso se tenha algum tipo de patologia é também essencial informar o instrutor.



Aplicação diária



Ana Luís Martins defende que qualquer pessoa deveria fazer Pilates, pelo menos, duas vezes por semana. Este método pode, aliás, também ser incluído na rotina diária.



Por exemplo, enquanto espera em pé ou está sentado a ver televisão, contraia os músculos pélvicos e os abdominais.



Os médicos aconselham cerca de 100 contracções por dia. A conduzir, coloque o espelho retrovisor um pouco mais para cima de forma a obrigá-la a manter as costas direitas.



Fonte: Mulher Sapo

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Mitos da Musculação


Quando se fala de treino de força, treino de resistência muscular, ou musculação, algumas pessoas torcem o nariz e questionam a sua validade, segurança e eficácia...

Assim, por forma a desmistificar alguns conceitos errados, apresentam-se as afirmações e questões mais comuns e o respectivo comentário e resposta, com base em investigações científicas recentes:



1. Se fizer musculação, ficarei com grandes músculos!



Talvez sim e talvez não, pois existem outros factores, para além do treino e da alimentação, designadamente:


Os níveis de testosterona no corpo: esta é uma hormona predominantemente masculina (os níveis são 10 a 30 vezes superiores nos homens em relação à mulheres), pelo que os homens têm mais facilidade em construir músculo do que as mulheres (de facto não se vêem muitas mulheres com grandes massas musculares).

Genética: todos somos diferentes e o mesmo programa de treino em indivíduos do mesmo sexo, raça e idade pode ter resultados diferentes. Conselho: Escolham bem os vossos pais...

Drogas: a maior parte dos culturistas (homens e mulheres) com grandes massas musculares recorre ao uso de drogas ilegais, como os esteróides anabolizantes.



2. Se começar hoje daqui a quanto tempo é que vejo resultados?



Homens e mulheres de todas as idades (mesmo 70, 80 e 90 anos) conseguem aumentar a sua força em mais de 50% após 2 meses de treino.



Continuando a treinar, pode-se conseguir duplicar ou mesmo triplicar a força.



Muitas pessoas que começam a treinar, observam, ao fim de muito pouco tempo, ganhos de coordenação, equilíbrio e força. Nas primeiras 4 a 6 semanas de treino, esses ganhos devem-se ao facto do nosso sistema nervoso começar a recrutar fibras musculares que estavam inactivas ou adormecidas.



Após 6 semanas, começam a aparecer mudanças no músculo. A isto chama-se hipertrofia, ou seja aumento do tamanho do músculo.



3. Uma pessoa com grandes músculos, tem muita força!



Até certo ponto, isto é verdade, mas lembre-se que pode ficar forte sem aumentar o tamanho do músculo. 75 a 80% dos aumentos de força devem-se a alterações do sistema nervoso, que passa a recrutar fibras musculares com mais eficiência e apenas 20 a 25% resultam do aumento do tamanho do músculo.


Não devemos medir a força, só pelo tamanho dos músculos


4. Como é que posso obter definição muscular?

Mais uma vez, os nossos papás têm responsabilidade, pois a herança genética de cada um é a principal responsável por haver pessoas com maior definição que outras.

De qualquer modo, se quisermos obter maior definição muscular, devemos seguir 2 passos:


alterar a alimentação

realizar treino de musculação


5. Deixo de treinar e os músculos transformam-se em gordura!


FALSO!

Músculo e gordura são 2 tecidos totalmente diferentes.

Esta ideia surgiu na sequência de muitos atletas após terminarem as suas carreiras, aumentarem a sua massa gorda. Isto de facto acontece, com frequência, mas deve-se à falta de exercício (que leva a um menor dispêndio energético e a uma diminuição dos músculos) e a uma alimentação altamente calórica e rica em gorduras saturadas.



Ora, diminuindo a actividade física e mantendo (ou mesmo aumentando) a ingestão de calorias, o resultado é evidente: menos músculo e mais gordura.

A reter:

devemos fazer uma alimentação adequada às nossas necessidades de energia diárias (que dependem do sexo, peso e actividade física).

Se não utilizarmos os músculos, estes diminuem.

6. Se treinar muito os meus abdominais, a gordura que tenho na barriga desaparece!


FALSO

Perdemos gordura quando gastamos mais calorias do que aquelas que ingerimos. Isto pode ser conseguido através do exercício (cardio-fitness e musculação é o que melhor resulta) e de alterações na alimentação.


Podemos fazer 100 abdominais por dia e continuar a ter a mesma barriguinha, pois o nosso corpo precisa de realizar exercícios que utilizem vários músculos (como andar, correr, etc.) e de duração elevada para poder “gastar” gordura.


Deixe de carregar violentamente no comando de televisão, pois isso não lhe vai fazer desaparecer a gordura que tem nos braços.


7. Então como é que a musculação me pode ajudar a perder gordura?

De duas formas:



1º) Após uma sessão de Musculação, o meu consumo de calorias em repouso aumenta e mantém-se elevado até 12 horas após o exercício e, normalmente quando estamos a descansar ou a realizar uma actividade física pouco exigente, o corpo utiliza a gordura para obter energia.


2º) Ao aumentar o tamanho dos músculos, também aumento o meu consumo de calorias em repouso.


Mais músculo = Maior gasto de energia = Menos gordura



8. Tenho que estar em forma para fazer musculação?


Claro que não!

Algumas pessoas começam apenas a fazer musculação e só mais tarde é que iniciam outra actividade física ou algum desporto. Porquê? Porque alguns de nós não têm força suficiente para realizar algo tão simples como andar a pé, pedalar ou mesmo carregar as compras do supermercado e, a musculação surge como a melhor opção para aumentarmos a força, a coordenação e o equilíbrio.



9. Para obter resultados tenho de passar 4 horas por dia no ginásio.

Falso!


Bastam 20 minutos por sessão, 2 a 3 vezes por semana para observarmos melhorias.


Lá se foi a sua desculpa: “não tenho tempo”




Fonte: Sapo Mulher

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Abdominais: como manter a barriguinha em forma


Se está a pensar em séries intermináveis de flexões do tronco, afaste o pensamento. As soluções são outras!


Nunca um conjunto de músculos foi tão visado, como os do abdómen. Todas as pessoas que já atendi, enquanto instrutor de fitness, tinham como um dos principais objectivos obter uma barriga pequena e firme.

Por esta altura, a leitora estará a pensar em séries intermináveis de flexões do tronco. Afaste esse pensamento! A solução é bem mais complexa, mas perfeitamente possível; basta seguir algumas regras, nomeadamente:

1.Alimentar-se correctamente


Esta é talvez a mais importante de todas as regras, por dois motivos.

Em primeiro lugar, a acumulação de gordura na zona abdominal está directamente dependente dos níveis de açúcar e de insulina no sangue, que, por sua vez, depende da quantidade e tipo de alimentos que ingere. Como tal, deverá ingerir, a cada 3 horas, uma pequena refeição composta de proteínas magras (aves, peixe, lacticínios magros, clara de ovo e soja), hidratos de carbono complexos (frutas, vegetais e cereais integrais) e gorduras essenciais em menor quantidade (ácidos gordos Omega 3 e Omega 6).

As melhores fontes de Omega 3 são o peixe gordo de água fria (salmão, cavala, sardinha, atum e arenque), o óleo das sementes de linhaça e as nozes, enquanto que as melhores fontes de Omega 6 são o óleo das sementes de abóbora, o óleo de soja, as amêndoas e o azeite.

O segundo motivo prende-se com o facto dos órgãos internos partilharem com os músculos as fibras nervosas condutoras de dor. Assim, quando existe algum problema num órgão, o cérebro não consegue fazer a distinção entre este e os músculos que o rodeiam, dando a ordem a todos os tecidos que partilham a mesma ligação nervosa para se comportarem em conformidade. Por esse motivo, havendo inflamação no sistema digestivo, os músculos abdominais deixam de ser activados com a mesma intensidade, perdendo tónus e não conseguindo impedir a tão generalizada protuberância abdominal.


Para evitar tal fenómeno, devemos escolher alimentos orgânicos e frescos (livres de pesticidas, aditivos, corantes e conservantes), reduzir o consumo de álcool e eliminar os alimentos a que somos alérgicos.


2. Realizar Treino Cardiovascular

Para perder gordura, é necessário realizar exercício que solicite a sua utilização como fonte de energia. Os estudos revelam que quando se realiza um exercício de baixa intensidade, as calorias gastas provêm, essencialmente, das gorduras, mas os exercícios de maior intensidade implicam um maior dispêndio calórico, elevando o metabolismo, podendo manter-se, assim, até 12 horas após o treino. Assim, respeitando o princípio da progressividade, realize exercício aeróbio de intensidade moderada durante 30 a 45 minutos, 3 a 5 vezes por semana.

3. Realizar Treino de Força (vulgo musculação)


Este tipo de treino, para além de várias vantagens para a saúde validadas por estudos científicos (reforço do sistema imunitário, fortalecimento de músculos, tendões e ligamentos, prevenção da osteoporose, aumento da força e capacidade de reacção, etc.), aumenta a taxa metabólica de repouso (por cada quilo de músculo, o corpo despende 15 a 25 calorias por dia). Estudos feitos a culturistas revelaram uma percentagem de massa gorda de 10%, enquanto que instrutores e praticantes avançados de ginástica aeróbica apresentavam uma percentagem entre os 15 e os 20%.


Para obter os benefícios postulados, basta 2 a 3 sessões semanais de 20 minutos, que inclua exercícios de fortalecimento dos músculos da parede abdominal.

Para finalizar, é necessário esclarecer que existem quatro músculos abdominais (Recto do Abdómen, Grande Oblíquo, Pequeno Oblíquo e Transverso) e que a maior parte dos exercícios (flexão do tronco, elevação de pernas, flexões laterais do tronco, rotação, etc.) apenas solicitam os três primeiros. Ora, visto que o transverso do abdómen, quando contraído, funciona como um cinto, diminuindo o perímetro abdominal e aumentando a estabilidade da coluna lombar, torna-se essencial fortalecê-lo.


Para tal, numa primeira fase, aconselho o seguinte exercício:

Coloque-se na posição de 4 apoios (“gatas”) e tente encolher a barriga (“puxando o umbigo para dentro”), ao mesmo tempo que contraí os músculos do soalho pélvico (aqueles que as grávidas têm que aprender a contrair). No início, tente manter a contracção durante 10 segundos, tentando alcançar os 40 segundos.

Quando for capaz de realizar essas contracções pelo tempo proposto e em qualquer posição, comece a realizar os típicos exercícios abdominais. A título de exemplo, apresenta-se a forma de execução de um exercício comum:




Flexão de tronco:


1º. Deite-se de barriga para cima, com os joelhos flectidos, os pés apoiados no chão e cada mão a tocar no ombro oposto;



2º. Contraía o transverso e os músculos do soalho pélvico (que deverão manter-se contraídos ao longo de cada repetição);



3º. Inspire;



4º. Contraía todos os músculos abdominais e levante rapidamente a parte de cima do tronco do chão, mantendo apoiada a zona lombar.



5º. Pare em cima e comece a descer lentamente, expirando e contraindo com mais força o transverso e os músculos do soalho pélvico;



6º. Realize 10 a 12 repetições. Inicie com uma série, aumentando, progressivamente, para três;



7º. Realize o exercício 2 a 3 vezes por semana (com um intervalo mínimo de 48 horas).



Fonte: Sapo Mulher

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Leite e Cãibras


Quem nunca interrompeu uma atividade física, após sentir uma fisgada no músculo, como se ele estivesse a ser puxado, esticado, em meio a muita dor? Poucos sortudos, sem dúvida. Afinal, a cãibra, como é chamado esse fenômeno, é uma situação muito freqüente na vida de quem pratica desportos.



Para entender a câimbra, é preciso começar pelo funcionamento muscular — responsável por atividades como andar, pular, piscar, respirar e outros movimentos importantes para nossa vida. Os músculos podem ser voluntários, quando atendem nossas ordens, ou involuntários, quando funcionam sem levar em conta os nossos desejos. As câimbras ocorrem em músculos voluntários.



Uma explicação é que quando submetido a uma atividade física intensa, o organismo transpira muito podendo haver perdas consideráveis de eletrólitos — sódio, cloro, potássio e magnésio —, e associado a outras razões, ocasionar um mau funcionamento temporário dos músculos.



Durante a cãibra, as fibras musculares deixam de ter movimentos voluntários, ocorrendo um enrijecimento acompanhado de dor intensa. Esse quadro se manifesta com mais freqüência nos músculos do tornozelo, do pé e da panturrilha (batata da perna), mas pode ocorrer também nos membros superiores (braços) ou no abdômen (barriga).



Causas das cãibras

A ciência não determinou ainda todas as causas das cãibras. No entanto, estão associadas com a diminuição dos níveis de sódio, de magnésio e de potássio, causada principalmente pela transpiração intensa. Outros dois fatores são a falta de condicionamento físico mínimo para a prática esportiva e a fadiga decorrente do excesso de atividade física.



As cãibras podem acontecer em qualquer horário. À noite elas são mais comuns após um dia de intensa atividade física. Já de dia podem acontecer no meio de uma atividade física ou em momentos de relaxamento. Tanto em um caso como no outro, a duração varia de poucos segundos a alguns minutos.



Leite pode ajudar na prevenção de cãibras

Para evitar as cãibras, é necessária a ingestão e reposição de líquidos e minerais, quando forem perdidos por meio do suor. O leite tem quantidade de sódio semelhante ao existente em algumas bebidas esportivas (feitas especialmente para atletas reporem as perdas de eletrólitos causados por exercícios extenuantes) e adicionalmente contém também quantidade apropriada de cálcio e potássio.



Dessa forma, beber leite, além de seus vários benefícios nutricionais, pode ser uma ótima estratégia para prevenir as cãibras.



Dicas práticas para lidar com as cãibras



1. Beba líquidos antes, durante e depois da sua sessão de exercícios. Leite pode ser uma boa alternativa.

2. Se a cãibra ocorrer, massageie a área. Isso ajuda a aliviar a dor e também estimula a corrente sangüínea, facilitando a recuperação.

3. Descanso e reidratação com líquidos, como o leite, que contenham eletrólitos, particularmente sódio, ajudarão na recuperação.





AVISO IMPORTANTE:

O leite não é medicamento, mas um alimento. Como tal, os benefícios do leite só se manifestam quando ele faz parte de uma alimentação equilibrada.

As informações do site bebaleite tem caráter meramente informativo e não devem ser entendidas como uma recomendação ou uma sugestão de tratamento. Somente um médico ou profissional de saúde habilitado pode fazê-lo.




Fonte: "Bebaleite"

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Emergências de Verão


Como reagir perante pequenos acidentes comuns em tempos de férias



Por mais precauções que tenhamos, nem todos os acidentes domésticos podem ser evitados. Mas também não é preciso entrar em desespero!

Para que momentos de lazer, convívio e descontracção não se transformem em momentos de dor e de incómodo, siga estes conselhos da Associação Norte-Americana de Emergência Médica:



Queimadura no barbecue

Passe com água fria a zona afectada, para aliviar as dores da queimadura.

Aplique uma pomada para as queimaduras e, se tiver muitas dores, tome um paracetamol. Se for uma queimadura maior que a palma da mão, chame de imediato o 112.



Insolação

Beba muita água e refresque o corpo.

Descanse num local fresco e sem sol.

Vá ao médico imediatamente caso se sinta confusa, estiver a delirar, tiver febre alta e dores musculares.



Picadas de insectos

Se a picada tiver sido na mão, retire os anéis, pois podem impedir que o sangue circule.

Eleve a zona afectada e aplique gelo.

Tome um paracetamol ou um anti-histamínico

Chame o 112 quando o inchaço é muito grande, a comichão intensa e se sentir dificuldade em respirar, pois podem ser sinais de reacção alérgica.



Intoxicações alimentares

Beba muitos líquidos para não desidratar.

Coma arroz, pão ou frango cozido quando as náuseas e os vómitos passarem.

Vá ao médico urgentemente caso haja sintomas de febre e vómitos e diarreia por mais de oito horas.



Fonte: Sapo Mulher

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15 truques para evitar que o ponteiro da balança suba em tempo de ócio



As férias são tempo de sol, praia e lazer, mas para muitas pessoas, significam também o período em que ganham alguns quilos a mais.

Para combater este problema basta não fazer excessos alimentares e mexer-se.



Não queremos que perca as jantaradas com amigos e família, mas se puder ingerir alimentos saudáveis tanto melhor e se, em vez de passar uma tarde na esplanada ou deitada na toalha, praticar exercício físico melhor ainda. Dê primazia a alimentos saudáveis, ricos em fibras e pobres em gordura e açúcar e beba água para matar a sede em vez dos refrigerantes e cervejas.



Não salte refeições e tenha sempre consigo um snack para petiscar quando a fome aperta. Se seguir as nossas dicas, poderá olhar para a balança sem receios e usufruir do Verão como merece.



{1} Nas férias, há tendência para não ter horários, no entanto, as refeições não devem ser esquecidas. Comece a manhã com um bom pequeno-almoço. Este é o melhor truque para acelerar o seu metabolismo e ingerir menos calorias durante o dia.



{2} Coma de três em três horas para evitar que os mecanismos de saciedade disparem. A fruta, fácil de transportar, é um excelente snackpara o meio da manhã e da tarde quando está na praia ou anda a passear.



{3} Prefira alimentos ricos em fibra, que são mais saciantes por serem de digestão lenta e que, logo, ajudam a reduzir o número de calorias ingeridas ao longo do dia.



{4} O calor faz com que as pessoas procurem pratos mais ligeiros, como é o caso das saladas, que são frescas e muito nutritivas se juntar os ingredientes certos. Mas lembre-se que os molhos podem arruinar uma refeição saudável, devido à quantidade excessiva de gorduras que possuem. Para temperar, use exclus ivamente azeite, vinagre e limão e polvilhe com ervas aromáticas. Este último gesto ajuda a reduzir também a quantidade de sal usada.



{5} Se nas suas férias vai comer sempre em restaurantes, não abuse dos pratos com muita gordura, dos fritos, prefira vegetais a outro tipos de acompanhamento. Evite as entradas e coma sempre sopa para evitar exageros no segundo prato. Em muitos hotéis, os buffets e os menus têm já opções mais light e até vegetarianas.



{6} Se gosta de cozinhar aproveite o tempo livre para experimentar receitas com produtos novos e saudáveis, que pode comprar nos mercados dos locais onde está a passar férias. Quando chegar a casa reúna a família na cozinha e confeccionem a refeição em conjunto.



{7} Evite os fritos e os gratinados, opte pelos cozidos, assados e grelhados, pratos que não necessitam de muita gordura na sua confecção. Quando esta for indispensável, prefira o azeite a qualquer outra.



{8} Aproveite também para saborear a refeição calmamente, sentir-se-á mais saciada e terá aproveitado o sabor, o aroma e as texturas de cada alimento, para além de digerir melhor.


{9} Se optar por comer sandes, escolha pão escuro e aposte nos vegetais. Alface, tomate, rodelas de pepino, espinafres e agriões são o acompanhamento ideal para queijo magro, fiambre de peru ou até atum, alimentos que não põem em risco a linha.


{10} Os gelados de fruta e água, bem como a gelatina, são uma óptima opção para sobremesa. Têm menos quantidade de açúcar e gordura do que os outros doces.


{11} No Verão, é normal sentir-se mais sede. Por isso, aproveite para beber água e se quiser variar beba chá sem açúcar e sumos de fruta. Evite os refrigerantes, geralmente ricos em açúcar ou prefira as suas versões light.


{12} Lembre-se que as bebidas alcoólicas têm sete calorias por grama, por isso, deixe o álcool para ocasiões muito especiais. Idealmente as mulheres não devem beber mais de 125 ml de álcool por dia e os homens 250 ml.



{13.} Férias até podem ser sinónimo de dolce fare niente. Todavia, isso não pressupõe ser-se totalmente sedentário. Não é necessário ir para o ginásio. Basta seguir a recomendação da Organização Mundial da Saúde. Pratique diariamente 30 minutos de actividade física.


{14} Se vai de férias para uma cidade aproveite para andar a pé em vez de carro ou transportes públicos. A bicicleta também pode ser uma boa opção.


{15} Na praia aproveite para caminhar, correr, jogar voleibol, raquetes, brincar com os seus filhos e nadar. Ficar o dia inteiro estendida na toalha é completamente proibido.


Texto: Rita Caetano, Saber Viver

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Como manter o bronzeado - Betacaroteno



Tudo sobre o betacaroteno, a substância que a pode ajudar a alcançar um bronzeado saudável!



O que têm os flamingos e as lagostas em comum (para além de ambos pertencerem ao reino animal)?

A sua cor exuberante! E sabe a que se devem esses tons? Ao facto de esses animais adorarem comer plantas ricas em carotenóides, nomeadamente pró-vitamina A.

Ou se preferir betacaroteno, a substância que torna os flamingos cor-de-rosa mas, a si, vai ajudá-la a conquistar um tom atraente e, mais importante que tudo, saudável. Basta que leia o que se segue e cumpra os conselhos que vai encontrar.



A metamorfose

O betacaroteno é um membro da família dos carotenos, compostos lipossolúveis pigmentados que estão presentes em frutas e vegetais. Na prática, é responsável pelo tom laranja, vermelho e amarelo que muitos alimentos revelam. Trata-se de uma pró-vitamina, tendo a capacidade de se converter, no organismo, em vitamina A.

A carência desta vitamina (também conhecida como retinol) traduz-se em alterações na visão e ao nível da pele e na diminuição da resistência a infecções.

Já o seu excesso, geralmente resultante da má utilização de suplementos nutricionais, revela sintomas como náuseas, vómitos, perda de apetite e dores de cabeça, que desaparecem com a suspensão da toma desse tipo de fármacos.

Quando ingerimos quantidades exageradas de pró-vitamina A, o organismo não a transforma em retinol, acumulando-a. Esse excesso é denunciado pelo tom alaranjado da pele das palmas das mãos e das plantas dos pés, uma situação indesejável mas que não é considerada tóxica pelos especialistas.



Efeito antioxidante

O betacaroteno destaca-se ainda pelas suas propriedades antioxidantes. Desempenha um efeito protector a nível celular ao contrariar a acção dos radicais livres, moléculas que favorecem o aparecimento de doenças cardiovasculares e cancro.

Ao ser transformado em vitamina A, o betacaroteno vai estimular a produção do pigmento que existe na nossa pele (melanina), responsável por protegê-la das agressões provocadas pela exposição solar.

Para além disso, é graças a ele que a melanina é distribuída pelo nosso corpo. Assim, entre outras funções, esta pró-vitamina pode ser uma aliada para contrariarmos a acção nefasta dos radicais livres originados pela exposição solar, as reacções alérgicas ao sol ou mesmo as queimaduras.



A ingestão de Betacaroteno previne:



O envelhecimento inibindo a formação de radicais livres no organismo, atua no desenvolvimento e manutenção da estrutura epitelial e das mucosas que revestem intestinos, atua no desenvolvimento dos dentes e ossos, aumenta a imunidade, dá elasticidade a pele, aumenta o brilho dos cabelos, fortalece as unhas, e atua no metabolismo das gorduras.Também favorece a obtenção de um bronzeamento mais rapido e uniforme da pele. Funciona da seguinte forma, ao ingerirmos alimentos como cenoura, abobora, beterraba, manga, mamão, o betacaroteno contido nestes alimentos se transformam em vitamina A em nosso organismo .A conversão do beta-caroteno em vitamina A é dada na parede do intestino delgado; este processo todo irá auxiliar também na formação da melanina, que é o pigmento da pele que é responsável por protege-la dos raios ultra violetas e manter o bronzeado por mais tempo.



O Betacaroteno pode também ser encontrado na couve, no repolho, no espinafre, agrião e brocolos. Pode ser ingerido sem qualque restrição e o único efeito colateral seria ficar com a pele mais amarelada, efeito que desaparece com a redução do consumo. Portanto, mãos a obra a ingerir alimentos saudaveis e com betacaroteno



Fonte: Sapo Mulher; Blog da Mulher

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Alimentos Bons para a Saúde • Amêndoa


Amêndoa


É um facto que os frutos secos são muito calóricos e nem sempre são associados à alimentação saudável, mas a verdade é que são os alimentos vegetais com uma maior quantidade de antioxidantes, responsáveis por combater o envelhecimento celular e prevenir as mais diversas doenças coronárias e cancerígenas. As amêndoas têm muita fibra, ferro, riboflavina, magnésio, cálcio e vitamina E. Têm efectivamente um alto teor de gordura, mas da monosaturada, que protege o coração e faz diminuir os níveis de mau colesterol.


Fonte: Sapo Saúde

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Alimentos Bons para a Saúde • Aveia


Aveia


É um cereal de alta qualidade nutricional, que possui cálcio, ferro, proteínas, vitaminas e carboidratos. É rico em fibras solúveis, ajudando, portanto, no funcionamento dos intestinos. Uma dieta suplementada com aveia é muito importante no decréscimo do colesterol sanguíneo e na protecção contra doenças cardiovasculares, além de diminuir a absorção de glicose em diabéticos e actuar contra o cancro no intestino.



Fonte: Sapo Saúde

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Alimentos Bons para a Saúde • Azeite


Azeite



Hoje em dia, o azeite é considerado um elemento fundamental no combate às doenças cardíacas: a sua utilização em substituição da margarina ou da manteiga reduz em 40% o risco de contrair alguma doença do coração. Na verdade, desde a década de 70, que a baixa incidência de doenças cardíacas nas regiões banhadas pelo Mediterrâneo (Itália, Espanha, Sul da França, Grécia) chamou a atenção dos investigadores, que descobriram que tal se devia ao facto do azeite de oliva ser um dos principais ingredientes de sua culinária. As propriedades benéficas do azeite, principalmente virgem, são a diminuição do colesterol das artérias, protecção e fortalecimento dos aparelhos digestivo e imunológico e combate à hipertensão e alguns tipos de cancro.

Fonte: Sapo Saúde

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Alimentos Bons para a Saúde • Brócules


Brócules

Um vegetal da família das crucíferas, rico em cálcio, potássio, folatos, fibras e fitonutrientes, compostos que podem ajudar a prevenir a diabetes, doenças cardíacas e alguns tipos de cancro. Os brócules também são ricos em vitamina C e fonte do antioxidante beta-caroteno. Têm um elevadíssimo teor de cálcio – que, dependendo da variedade e preparação, tem em média 47 miligramas por cada 100 gramas de flor e 51 miligramas em cada 100 gramas de folhas -, cerca de cinco vezes a dose existente no leite, o que o torna um bom fortificante de ossos e dentes.


Fonte: Sapo Saúde

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Índice de Massa Corporal


Índice de Massa Corporal (IMC)



Muitas mulheres  passam a maior parte da nossa vida na luta contra o peso.

Temos as revistas cor de rosa que nos mostram as pessoas do chamado "jet set" sempre com roupas lindissímas e muito elegantes, as revistas da moda que nos mostram as roupas muito giras e que sabemos que ou não há no nosso número ou então ficam-nos mal!



E depois, claro está, as modelos que cada vez são mais magras, ou então temos as modelos da victoria's secret que têm as curvas todas no sítio.



Todo este bombardeamento de imagens muitas vezes leva-nos a sentir mal com nós próprias o que não está correcto.



Não sei se estão lembradas de algumas modelos que morreram devido à anorexia, ou mesmo a controversia que houve com algumas semanas de moda, em que era pedido que as modelos tivessem um Índice de Massa Corporal, considerado saúdavel.



Segundo a tabela do IMC, uma pessoa encontra-se com o peso ideal se possuir um IMC entre 18,5 e 24,9. Para grávidas e mulheres que amamentam esta tabela não se aplica.



Valores de IMC:



<18,5: peso baixo



18,5 - 24,9: peso "normal"



25 - 29,9: excesso de peso



30 - 34,9: Obesidade grau I



35 - 39,9: Obesidade grau II



≥ 40: Obesidade grau III ou mórbida



O IMC calcula-se dividindo o peso (em kilos) pela altura (em metros) ao quadrado. Matemáticamente será:



IMC = Peso/ (Altura)^2



No meu caso particular, eu encontro-me com excesso de peso e de acordo com a fórmula anterior, para ficar com um peso "normal" no máximo deveria pesar 71kg e no mínimo 53kg.



Ora, eu andei a fazer um tratamento numa clínica de tratamento do corpo, onde me analizaram a composição corporal e o resultado é surpreendente. Devido à minha estrutura natural, o meu peso de massa magra e de osso tem um total de 54kg.



Mais importante que o IMC, é a nossa composição corporal, i.e., a percentagem de massa gorda e a percentagem de massa magra. As mulheres necessitam de uma maior percentagem de massa gorda, é a nossa fisionomia.



A percentagem de massa gorda que as mulheres devem possuir situa-se entre os 20 e os 25% do seu peso total. Estes valores são para uma mulher saudável.



Os restantes 80 ou 75% devem constituir o peso da massa magra (músculos+ossos).



Outro factor importante é a percentagem de água que temos no nosso organismo e que se deve situar entre os 69% e 75%.



Toda esta análise pode ser feita em balanças que meçam a nossa composição corporal. Já há balanças para casa que efectuam esta análise, ou então podem dirigir-se a uma farmácia pois já muitas possuem balanças que nos fornecem esta informação.



Fontes: Roche, Escola Superior de Educação de Viana do Castelo e Dieta.net

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Pirâmide dos Alimentos


Pirâmide dos Alimentos




Instrumento de educação nutricional, a pirâmide dos alimentos surgiu como forma de nos ajudar a escolher e a combinar as porções dos vários grupos de alimentos que deverão fazer parte da nossa alimentação diária, devendo sercompleta, equilibrada e variada.



Os vários grupos de alimentos, são divididos consoante o nutriente-forte que têm em comum, sendo que o lugar que cada grupo ocupa na pirâmide está associado à proporção em que os alimentos devem ser incluídos na nossa alimentação.



Deste modo, a base da pirâmide indica-nos quais os alimentos que devem ser consumidos em maior quantidade: cereais, massas e arroz integrais, pão, legumes, frutas, vegetais frescos e frutos secos. No topo encontram-se os que devem ser consumidos com moderação: a carne e os doces.



Os grupos de alimentos dividem-se da seguinte maneira:



Gorduras



Ao contrário do que se possa pensar, nem todo o tipo de gordura é prejudicial à saúde. Como já referimos, no topo da pirâmide alimentar encontram-se os alimentos que devem ser consumidos com moderação, uma vez que favorecem o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Ex: carne vermelha, doces, manteiga, margarina, entre outros.



Por outro lado, os alimentos ricos em gorduras mono e polinsaturadas encontram-se na base da pirâmide, dado serem benéficos para a saúde, auxiliando a regulação dos níveis de colesterol no sangue. O azeite e óleos vegetais, as nozes e as amêndoas são exemplo disso.



Hidratos de Carbono



Os hidratos de carbono, também conhecidos por glícidos são os principais fornecedores de energia, podendo ser classificados de hidratos de carbono decadeia simples ou de cadeia complexa.



Os hidratos de carbono de cadeia complexa são mais lentamente absorvidos pelo organismo, sendo por isso aconselháveis para satisfazer a fome e fornecer energia de forma regular. Para além disso, ajudam a regular os níveis de glicose no sangue, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares, dando a sensação de saciedade. Ex: arroz, massa, cereais e farinha.



O consumo de alimentos como o açúcar, os refrigerantes, doces, rebuçados ou mel, por exemplo, que contêm grandes quantidades de hidratos de carbono simples, deve ser muito moderado, dado que promovem o aumento rápido dos níveis de açúcar no sangue, contribuindo para a acumulação de gordura no organismo e para a obesidade. Uma ingestão escessiva de hidratos de carbono simples poderá causar algumas doenças como a diabetes ou cardiovasculares.



Proteínas



Este grupo encontra-se também subdividido, tendo em conta os benefícios que proporcionam à saúde e alguns nutrientes presentes em diferentes níveis, como por exemplo as gorduras totais. São eles: o grupo das carnes brancas e ovos, o grupo dos lacticínios e o das carnes vermelhas.



Leite e derivados



O seu consumo deverá ser moderado, considerando-se também o problema de intolerância à lactose. Para quem sofre deste distúrbio alimentar, recomenda-se a sua substituição por suplementos de cálcio ou por outras fontes deste mineral.







Fonte: www.nacional.pt

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